Prof Ulisses
Ulisses Correia · nasceu em 1967
Prof Ulisses se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, superior completo, ocupante de cargo em comissão, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2006Deputado estadual · São PauloPT 13999· centro-esquerda· na urna, Ulissessuplente22.735 votos; 199º mais votado de 1.520 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Prof Ulisses teve 22.735 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 199º lugar entre 1.520 candidatos.
Recebeu votos em 139 cidades. Guarulhos deu 80,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Prof Ulisses declarou R$ 215,7 mil em bens, em reais de hoje: 4,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2006 e 2008.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 4,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Prof UlissesR$ 215,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Prof Ulisses declarou ao TSE R$ 290 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 214 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Guarulhos (SP) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 12,3 mil57,1%
- PessoalR$ 8.63340%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5662,6%
- EscritórioR$ 710,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Guarulhos (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 31,4 por voto. Quem venceu, Thiago Surfista, gastou R$ 23,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 139; o mais barato, R$ 23,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Martello PDTR$ 540 mil · 3.878 votosR$ 139
- João Dárcio PODER$ 282 mil · 3.229 votosR$ 87,2
- Genilda PTR$ 149 mil · 2.430 votosR$ 61,2
- Dr Eduardo Carneiro CIDADANIAR$ 159 mil · 3.080 votosR$ 51,7
- Dr Laercio Sandes DEMR$ 183 mil · 3.569 votosR$ 51,4
- Carlinda Tinoco REPUBLICANOSR$ 286 mil · 8.074 votosR$ 35,4
- Lucas Sanches PPR$ 152 mil · 4.851 votosR$ 31,4
- Janete Pietá PTR$ 187 mil · 6.461 votosR$ 29
- Karina Soltur PSDR$ 184 mil · 6.525 votosR$ 28,2
- Geleia Protetor PSDBR$ 163 mil · 5.834 votosR$ 27,9
- Ticiano Americano CIDADANIAR$ 205 mil · 8.270 votosR$ 24,7
- Thiago Surfista PSDR$ 183 mil · 7.855 votosR$ 23,3
Votos por real
- 2020, vereador: 45 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.