Tuta
Luis Carlos Ferreira · nasceu em 1971
Tuta se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: DEM (2004–2012), PSC (2016), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, ensino médio, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Tuta declarou R$ 25,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 39,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- TutaR$ 25,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Tuta declarou ao TSE R$ 857 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 486.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Neves Paulista (SP) · PSC · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Neves Paulista (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 25,8 por voto. Quem venceu, Luis Pelacani, gastou R$ 2,91 por voto. O voto mais caro custou R$ 134; o mais barato, R$ 2,91.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Neia PTBR$ 803 · 6 votosR$ 134
- Roseli Bilac PTBR$ 803 · 19 votosR$ 42,3
- Marcelo PRPR$ 895 · 25 votosR$ 35,8
- Pedrao PRPR$ 895 · 28 votosR$ 32
- Lena Romano PTBR$ 803 · 29 votosR$ 27,7
- Pastor Roque PTBR$ 981 · 38 votosR$ 25,8
- João Paulo PSCR$ 907 · 66 votosR$ 13,7
- Tonho Cabeludo PRPR$ 1,2 mil · 141 votosR$ 8,20
- Toninho Fernandes PRPR$ 962 · 143 votosR$ 6,73
- Renato Teixeira PTBR$ 1 mil · 271 votosR$ 3,74
- Luis Pelacani PSDBR$ 1,3 mil · 436 votosR$ 2,91
Votos por real
- 2016, vereador: 341 votos por R$ 1.000, 5,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 203 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 115 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.