Apuração
Vereador · 2020 · PSDB

Alessandro Tuskela

Alessandro Ramos de Melo · nasceu em 1981

Alessandro Tuskela se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,15← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PV2012PV2020PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 3 partidos: PAN (2004), PV (2008–2012), PSDB (2020).

VereadorPartidoPANPVPSDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, ensino médio, vendedor de comércio varejista e atacadista, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PSDB 45007· centro-direita
    suplente
  2. 2012
    PV 43043· centro-esquerda· na urna, Tuskela
    suplente
  3. 2008
    PV 43043· centro-esquerda· na urna, Tusquela
    eleito425 votos
  4. 2004
    PAN 26321· sem classificação· na urna, Tuskela
    não eleito188 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Alessandro Tuskela declarou ao TSE R$ 6,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Carmo do Cajuru (MG) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 616
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2020.

Quanto custou cada voto: vereador, Carmo do Cajuru (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 6,00 por voto. Quem venceu, Bruno Chouriço, gastou R$ 3,19 por voto. O voto mais caro custou R$ 51,2; o mais barato, R$ 3,19.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Luceli Mercearia Do Fabrício CIDADANIAR$ 1 mil · 20 votosR$ 51,2
  • Gustavo Casa Grande PSBR$ 1,4 mil · 49 votosR$ 28,1
  • João Costa PTBR$ 1,1 mil · 54 votosR$ 20,3
  • Edésio Avelar PSDBR$ 1,8 mil · 163 votosR$ 10,9
  • Marcelo Eletricista CIDADANIAR$ 3,1 mil · 358 votosR$ 8,70
  • Periquito DEMR$ 2,2 mil · 337 votosR$ 6,63
  • Ricardo Nogueira CIDADANIAR$ 4 mil · 673 votosR$ 6,00
  • Carol Rocha PTR$ 1,3 mil · 233 votosR$ 5,47
  • Tiãozinho PSBR$ 1,2 mil · 283 votosR$ 4,29
  • Eminho PTBR$ 1,8 mil · 449 votosR$ 4,00
  • Marquinho Pisquila PSBR$ 934 · 280 votosR$ 3,34
  • Bruno Chouriço PSBR$ 1,5 mil · 470 votosR$ 3,19

Votos por real

  • 2012, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 188 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.