Tote
Antonio Joaquim de Oliveira · nasceu em 1955
Tote se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PTB (2004), PT (2008), PTB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 57 anos, até o fundamental, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Tote declarou R$ 328,7 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 59,1 mil acima da inflação.
Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2012.
- ToteR$ 328,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 73,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Tote declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Jatobá do Piauí (PI) · PTB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 8.23179,5%
- Próprio bolsoR$ 2.12320,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Jatobá do Piauí (PI), 2012
Mediana da disputa: R$ 116 por voto. Quem venceu, Ze Raimundo, gastou R$ 55,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.758; o mais barato, R$ 55,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Capote PTBR$ 12 mil · 7 votosR$ 1.758
- Chico Miguel PTBR$ 17 mil · 88 votosR$ 194
- Raimundo Francisco PTBR$ 31 mil · 193 votosR$ 162
- Cesar Felix PTR$ 28 mil · 193 votosR$ 146
- Mazé Félix PSDR$ 33 mil · 253 votosR$ 129
- Valdeck PTBR$ 12 mil · 97 votosR$ 128
- Agenor PTBR$ 13 mil · 111 votosR$ 116
- Cajueiro PTR$ 13 mil · 149 votosR$ 89
- Otoniel Bandeira PTR$ 16 mil · 183 votosR$ 86,1
- Ze Carlos PTBR$ 21 mil · 293 votosR$ 70,8
- Filho Almeida PTR$ 13 mil · 217 votosR$ 58,5
- Ze Raimundo PTR$ 14 mil · 253 votosR$ 55,1
Votos por real
- 2012, vereador: 2,8 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.