Apuração
Vereador · 2020 · PATRIOTA

Tonny Cultura

Ideltoni Ribeiro Soares · nasceu em 1976

Tonny Cultura se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPATRIOTA+0,22← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSOL2010PSOL2016PATRIOTA2020PATRIOTA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSOL (2008–2010), PATRIOTA (2016–2020).

Dep. federalPrefeitoVereadorPartidoPSOLPATRIOTA2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, ensino médio, professor de ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Bayeux (PB)
    PATRIOTA 51555· direita
    não eleito
  2. 2016
    Prefeito · Bayeux (PB)
    PATRIOTA 51· direita
    não eleito129 votos, 0,2%
  3. 2010
    Deputado federal · Paraíba
    PSOL 5022· esquerda
    não eleito1.725 votos; 43º mais votado de 77 no estado
  4. 2008
    Prefeito · Bayeux (PB)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito1.339 votos, 2,5%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Tonny Cultura teve 1.725 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 43º lugar entre 77 candidatos.

Recebeu votos em 28 cidades. Bayeux deu 86,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,2%.

1.725 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.725 votos.
  1. Bayeux (PB)1.483 votos86%
  2. João Pessoa (PB)132 votos7,7%
  3. Santa Rita (PB)46 votos2,7%
  4. Campina Grande (PB)20 votos1,2%
  5. Lucena (PB)6 votos0,3%
  6. Outras 13 cidades13 votos0,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Tonny Cultura declarou R$ 80,9 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 80,9 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 30.000 na declaração)

Declarou 34% da mediana dos candidatos a prefeito na Paraíba em 2008.

  • Tonny CulturaR$ 80,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 237,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 269,6 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 80,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Tonny Cultura declarou ao TSE R$ 3,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Bayeux (PB) · PATRIOTA · não eleito

De onde veio

R$ 849
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 849.
  1. PessoasR$ 28333,3%
  2. Próprio bolsoR$ 28333,3%
  3. Outros candidatosR$ 28333,3%

Para onde foi

R$ 283
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Bayeux (PB), 2020

Mediana da disputa: R$ 57,5 por voto. Quem venceu, Luciano Do Impacto Som, gastou R$ 10,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.614; o mais barato, R$ 10,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Andreza Silva REPUBLICANOSR$ 19 mil · 12 votosR$ 1.614
  • Renata Germano PSLR$ 21 mil · 30 votosR$ 708
  • Professora Flavia PSLR$ 31 mil · 47 votosR$ 661
  • Marinha Silva PTR$ 31 mil · 52 votosR$ 588
  • Nayara Cassiano REPUBLICANOSR$ 21 mil · 56 votosR$ 378
  • Giuseppe Santos PTR$ 21 mil · 180 votosR$ 119
  • Iranilda Pessoa DEMR$ 21 mil · 369 votosR$ 57,5
  • Adriano Martins MDBR$ 21 mil · 565 votosR$ 37,4
  • Jefferson Oliveira PLR$ 25 mil · 1.130 votosR$ 21,9
  • Josauro Pereira AGIRR$ 17 mil · 975 votosR$ 17,9
  • Roni Alencar CIDADANIAR$ 18 mil · 1.066 votosR$ 17,2
  • Luciano Do Impacto Som PVR$ 19 mil · 1.746 votosR$ 10,9

Votos por real

  • 2020, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 129 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 883 votos por R$ 1.000, 8,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 1.339 votos por R$ 1.000, 13 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.