Toninho Pipoco
Antonio Marcos Pereira · nasceu em 1957
Toninho Pipoco se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PRONA (2006), AGIR (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 55 anos, ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2006Deputado estadual · Minas GeraisPRONA 56333· direitasuplente5.614 votos; 247º mais votado de 852 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Toninho Pipoco teve 5.614 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 247º lugar entre 852 candidatos.
Recebeu votos em 229 cidades. Belo Horizonte deu 45,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 75,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2006, Toninho Pipoco declarou R$ 313,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2006.
- Toninho PipocoR$ 313,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 152,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 2,2 mi
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Toninho Pipoco declarou ao TSE R$ 125 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 72 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Belo Horizonte (MG) · AGIR · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 31,7 mil44,3%
- PessoasR$ 28,6 mil40%
- EmpresasR$ 10,4 mil14,6%
- PartidoR$ 7991,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 53,8 mil75,1%
- TransporteR$ 16,1 mil22,5%
- EscritórioR$ 1.0941,5%
- ServiçosR$ 6070,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Belo Horizonte (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 146 por voto. Quem venceu, Tarcisio Caixeta Ou Caixeta, gastou R$ 118 por voto. O voto mais caro custou R$ 308; o mais barato, R$ 118.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cristiano Da Matta Machado PTR$ 1,4 milhão · 4.559 votosR$ 308
- Andre Alves PHSR$ 1,1 milhão · 3.991 votosR$ 266
- Pablito PSDBR$ 1,2 milhão · 6.608 votosR$ 186
- Elaine Matozinhos PTBR$ 969 mil · 6.175 votosR$ 157
- Leonardo Mattos PVR$ 951 mil · 6.105 votosR$ 156
- Leo Burgues De Castro PSDBR$ 1,1 milhão · 7.441 votosR$ 149
- Daniel Nepomuceno PSBR$ 1,3 milhão · 9.175 votosR$ 146
- Alexandre Gomes PSBR$ 1,1 milhão · 7.241 votosR$ 145
- Iran Barbosa MDBR$ 1,2 milhão · 8.605 votosR$ 141
- Pedro Patrus PTR$ 1,3 milhão · 9.284 votosR$ 140
- Wellington Magalhães PODER$ 1,1 milhão · 8.436 votosR$ 125
- Tarcisio Caixeta Ou Caixeta PTR$ 866 mil · 7.364 votosR$ 118
Votos por real
- 2012, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 106 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.