Apuração
Vereador · 2012 · DEM

Toninho Niquim

Antonio Gomes de Araujo Neto · nasceu em 1960

Toninho Niquim se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,58← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008DEM2012DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 2 partidos: MDB (2004), DEM (2008–2012).

VereadorPartidoMDBDEM20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 51 anos, superior completo, servidor público estadual. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    DEM 25601· direita
    suplente72 votos
  2. 2008
    DEM 25601· direita
    eleito154 votos
  3. 2004
    MDB 15678· centro
    suplente94 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Toninho Niquim declarou R$ 155,1 mil em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 68,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 155,1 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 70.766 na declaração)

Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • Toninho NiquimR$ 155,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 155,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Toninho Niquim declarou ao TSE R$ 3,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3,4 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · São José do Goiabal (MG) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 3.386
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.386.
  1. Próprio bolsoR$ 2.30768,1%
  2. PartidoR$ 1.07931,9%

Para onde foi

R$ 3.386
O maior gasto foi com transporte: 63% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.386.
  1. TransporteR$ 2.14463,3%
  2. ServiçosR$ 65019,2%
  3. Material impressoR$ 59117,5%

Quanto custou cada voto: vereador, São José do Goiabal (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 50,9 por voto. Quem venceu, Geraldo Magela - Lau, gastou R$ 16,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 202; o mais barato, R$ 16,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 21 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 154 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.