Apuração
1º suplente de senador · 2026 · PT

Toninho Masioli

Antonio Masioli · nasceu em 1961

Toninho Masioli se candidatou em 9 eleições, de 2004 a 2026, e foi eleito em 2.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2006PT2008PT2010PT2012PT2016PDT2020PT2024PT2026PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: PT (2004–2012), PDT (2016), PT (2020–2026).

Suplente sen.Dep. estadualVereadorPartidoPTPDTPT’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24’26
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2026, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2026: 65 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    1º suplente de senador · Rondônia
    PT 133· esquerda
    Na chapa de Luciana Oliveira
    chapa não eleita96.391 votos da chapa
  2. 2024
    Vereador · Cacoal (RO)
    PT 13123· esquerda
    não eleito
  3. 2020
    Vereador · Cacoal (RO)
    PT 13456· esquerda
    não eleito
  4. 2016
    Vereador · Cacoal (RO)
    PDT 12789· centro-esquerda
    suplente
  5. 2012
    Vereador · Cacoal (RO)
    PT 13123· centro-esquerda
    suplente
  6. 2010
    Deputado estadual · Rondônia
    PT 13441· centro-esquerda
    suplente2.231 votos; 87º mais votado de 301 no estado
  7. 2008
    Vereador · Cacoal (RO)
    PT 13123· centro-esquerda
    eleito1.467 votos
  8. 2006
    Deputado estadual · Rondônia
    PT 13789· centro-esquerda
    suplente4.512 votos; 40º mais votado de 365 no estado
  9. 2004
    Vereador · Cacoal (RO)
    PT 13123· centro-esquerda
    eleito1.015 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Toninho Masioli teve 2.231 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 87º lugar entre 301 candidatos.

Recebeu votos em 33 cidades. Cacoal deu 79,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,8%.

2.231 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 2.231 votos.
  1. Cacoal (RO)1.783 votos79,9%
  2. Porto Velho (RO)67 votos3%
  3. Ministro Andreazza (RO)56 votos2,5%
  4. Ouro Preto do Oeste (RO)46 votos2,1%
  5. Pimenta Bueno (RO)41 votos1,8%
  6. Outras 18 cidades71 votos3,2%
As outras 1 eleições para deputado
4.512 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 4.512 votos.
  1. Cacoal (RO)3.761 votos83,4%
  2. Ministro Andreazza (RO)239 votos5,3%
  3. Porto Velho (RO)66 votos1,5%
  4. Rolim de Moura (RO)53 votos1,2%
  5. Presidente Médici (RO)47 votos1%
  6. Outras 21 cidades115 votos2,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2026, Toninho Masioli declarou R$ 126 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2026, o total caiu R$ 145,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 126 mil
em bens declarados em 2026, em reais de setembro de 2026 (R$ 125.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 126 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 8 campanhas com contas prestadas, Toninho Masioli declarou ao TSE R$ 366 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 151 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Cacoal (RO) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 13,9 mil
45% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,9 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 7.65655,2%
  2. Fundo eleitoralR$ 6.21044,8%

Para onde foi

R$ 10,4 mil
O maior gasto foi com pessoal: 69% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,4 mil.
  1. PessoalR$ 7.21669,5%
  2. Material impressoR$ 2.45223,6%
  3. EscritórioR$ 5415,2%
  4. ServiçosR$ 1801,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Cacoal (RO), 2024

Mediana da disputa: R$ 71,7 por voto. Quem venceu, Marilande Alves, gastou R$ 20,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 360; o mais barato, R$ 20,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.