Toninho Jiló
Antonio do Carmo Tomaz · nasceu em 1961
Toninho Jiló se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Toninho Jiló declarou R$ 628 mil em bens, em reais de hoje: 29 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 1,6 mi, já descontada a inflação.
Declarou 29 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Toninho JilóR$ 628 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Poupança IntegradaR$ 282,7 milOutros créditos e poupança vinculada
- Veículo: Retroescavadeira 580l 2006R$ 158 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caminhão: MB 1513 AZUL 1982/82 PLACA GGV-5335R$ 86,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veículo Ford Ka 2017/18 Placa QNO3358R$ 35,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 02 lotes com uma ResidênciaR$ 34,5 milOutros bens imóveis
- Banco Caixa E. FederalR$ 23,6 milConta corrente no país
- Participação do Capital Social da Empresa: Antônio do…R$ 7.182Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Toninho Jiló declarou ao TSE R$ 180 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 85 mil, 3,4% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ibirité (MG) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 13,3 mil92,8%
- Outros candidatosR$ 1.0357,2%
Para onde foi
- PessoalR$ 6.36847,9%
- Material impressoR$ 5.44941%
- InternetR$ 1.41510,6%
- EscritórioR$ 690,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Ibirité (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 125 por voto. Quem venceu, Fabinho Araújo, gastou R$ 49,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 810; o mais barato, R$ 29,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mardelene Cezar PSBR$ 106 mil · 131 votosR$ 810
- Lu Do Joaquim PPR$ 35 mil · 57 votosR$ 606
- Janaina Silva DEMR$ 37 mil · 115 votosR$ 318
- Jessica Nunes PPR$ 29 mil · 122 votosR$ 241
- Carmô PPR$ 31 mil · 145 votosR$ 213
- Wiliomar Gomes AVANTER$ 28 mil · 198 votosR$ 144
- Lucimar PPR$ 27 mil · 213 votosR$ 125
- Joel Araujo PSCR$ 42 mil · 657 votosR$ 64,6
- Coelho DEMR$ 35 mil · 664 votosR$ 52,2
- Fabinho Araújo PPR$ 40 mil · 815 votosR$ 49,4
- Geraldo Matos PPR$ 30 mil · 812 votosR$ 37,3
- Chico Canoas CIDADANIAR$ 41 mil · 1.389 votosR$ 29,7
Votos por real
- 2020, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.