Toninho do Frango
Antonio Francisco Ricardo · nasceu em 1957
Toninho do Frango se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: DEM (2004), PL (2008), DC (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Toninho do Frango declarou R$ 695,4 mil em bens, em reais de hoje: 30 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 350,2 mil acima da inflação.
Declarou 30 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Toninho do FrangoR$ 695,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa res. jd. brasil peruibeR$ 406,2 milCasa
- Galpão comercial jd valeriano peruibeR$ 195 milGalpão
- Automovel fox AN0 2011R$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Automovel fiat fiorino ano 2011R$ 29,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Automovel fiat uno ano 2011R$ 24,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Toninho do Frango declarou ao TSE R$ 74 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 41 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Peruíbe (SP) · DC · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 2.34850,9%
- PessoasR$ 1.61935,1%
- Próprio bolsoR$ 64814%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.36151,2%
- Material impressoR$ 1.04022,5%
- PessoalR$ 64814%
- ServiçosR$ 56712,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Peruíbe (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 59,9 por voto. Quem venceu, Milena Bargieri, gastou R$ 18,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 503; o mais barato, R$ 18,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Moises Do Corinthinha PSBR$ 17 mil · 33 votosR$ 503
- Pedrinho D Lara REPUBLICANOSR$ 64 mil · 324 votosR$ 197
- Dra Claudia Dentista REPUBLICANOSR$ 17 mil · 115 votosR$ 147
- Amauri Do Judô REPUBLICANOSR$ 18 mil · 180 votosR$ 102
- Dr. Laila PC do BR$ 21 mil · 332 votosR$ 62,9
- Rafael MDBR$ 42 mil · 708 votosR$ 59,9
- Osvaldo Do Posto PLR$ 20 mil · 363 votosR$ 56,4
- Adilson Da Taxi Van PTBR$ 20 mil · 408 votosR$ 48,6
- Socorro Mendonça PSBR$ 18 mil · 417 votosR$ 43,2
- Oliveira DEMR$ 17 mil · 464 votosR$ 37,6
- Milena Bargieri PSBR$ 25 mil · 1.337 votosR$ 18,4
Votos por real
- 2016, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 30 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.