Toninho Diniz
Antonio Rodrigues Diniz · nasceu em 1959
Toninho Diniz disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Mongaguá (SP)), pelo PSD: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, ensino médio, fiscal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Toninho Diniz declarou R$ 234 mil em bens, em reais de hoje: 9,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 9,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Toninho DinizR$ 234 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Toninho Diniz declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Mongaguá (SP) · PSD · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.04836,5%
- PessoasR$ 3.56232,2%
- Outros candidatosR$ 2.26520,5%
- PartidoR$ 1.20110,8%
Para onde foi
- PessoalR$ 4.08036,9%
- Material impressoR$ 3.45531,2%
- TransporteR$ 2.42921,9%
- ServiçosR$ 1.0259,3%
- EscritórioR$ 810,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Mongaguá (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 44,9 por voto. Quem venceu, Cláudio Arena, gastou R$ 21,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 73; o mais barato, R$ 21,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Fernando Cocada PTBR$ 28 mil · 379 votosR$ 73
- Marcelo Ramos MDBR$ 27 mil · 375 votosR$ 72,1
- Tuquinha PRPR$ 28 mil · 395 votosR$ 70,4
- Baianinho MDBR$ 54 mil · 1.094 votosR$ 49,2
- Guilherme Prócida PSDBR$ 50 mil · 1.051 votosR$ 47,3
- Carlos Cafema PRPR$ 36 mil · 792 votosR$ 44,9
- Carlão Da Imobiliária PDTR$ 46 mil · 1.066 votosR$ 43,5
- Guinho PRPR$ 28 mil · 699 votosR$ 40,4
- Zé Pedro CIDADANIAR$ 23 mil · 688 votosR$ 33
- Rodrigo Casa Branca PSDBR$ 23 mil · 942 votosR$ 24,1
- Cláudio Arena PRPR$ 23 mil · 1.081 votosR$ 21,3
Votos por real
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.