Apuração
Vereador · 2016 · PSDB

Toninho Despachante

Antonio Dias Martins · nasceu em 1960

Toninho Despachante se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB2012PSDB2016PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo PSDB.

VereadorPartidoPSDB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, ensino médio, despachante, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Poté (MG)
    PSDB 45678· centro-direita
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Poté (MG)
    PSDB 45678· centro-direita
    suplente
  3. 2008
    Vereador · Poté (MG)
    PSDB 45678· centro-direita
    eleito339 votos
  4. 2004
    Vereador · Poté (MG)
    PSDB 45678· centro-direita
    suplente162 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Toninho Despachante declarou R$ 454,9 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 271,6 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 454,9 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 280.000 na declaração)

Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Toninho DespachanteR$ 454,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 454,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Toninho Despachante declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Poté (MG) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 1.425
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.425.
  1. Próprio bolsoR$ 77754,5%
  2. PessoasR$ 64845,5%

Para onde foi

R$ 1.373
O maior gasto foi com material impresso: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.373.
  1. Material impressoR$ 72552,8%
  2. ServiçosR$ 64847,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Poté (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 30,5 por voto. Quem venceu, Geraldo Do Sindicato, gastou R$ 8,83 por voto. O voto mais caro custou R$ 155; o mais barato, R$ 8,83.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Patrício Do Taxi DEMR$ 4,5 mil · 29 votosR$ 155
  • Silvair DEMR$ 8,1 mil · 86 votosR$ 94,3
  • Erica PTR$ 4,8 mil · 94 votosR$ 51,3
  • Janinho De Jaime PDTR$ 6,4 mil · 186 votosR$ 34,6
  • Jadilson PTR$ 6,7 mil · 198 votosR$ 34,1
  • Luan Froes PVR$ 4,8 mil · 144 votosR$ 33,1
  • Dinei DEMR$ 6,7 mil · 221 votosR$ 30,5
  • Marquim De Sucanga PSBR$ 4,6 mil · 228 votosR$ 20,1
  • Nei De Mário PTR$ 5,5 mil · 275 votosR$ 19,9
  • Joaozinho De Brecho PLR$ 5,1 mil · 280 votosR$ 18,1
  • Pe De Lado PLR$ 4,6 mil · 294 votosR$ 15,6
  • Geraldo Do Sindicato PTR$ 4,5 mil · 508 votosR$ 8,83

Votos por real

  • 2016, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 132 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.