Toninho Corol
Antonio Vieira da Silva · nasceu em 1953
Toninho Corol se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, superior completo, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Toninho Corol declarou R$ 237 mil em bens, em reais de hoje: 8,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 102,2 mil acima da inflação.
Declarou 8,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- Toninho CorolR$ 237 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa de alvenariaR$ 90,5 milCasa
- Marca Renault/DusterR$ 79 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Casa de Alvenaria junto a caixa economica federalR$ 34,4 milCasa
- Marca EsperoR$ 10,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Area de terras urbanoR$ 8.619Outros bens imóveis rural
- Area ubanaR$ 7.182Outros bens imóveis
- Area UrbanaR$ 7.182Outros bens imóveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Toninho Corol declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Jaguapitã (PR) · DEM · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.70759,6%
- Próprio bolsoR$ 94332,9%
- Outros candidatosR$ 2127,4%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.27448,1%
- Material impressoR$ 81430,7%
- PessoalR$ 46717,6%
- EscritórioR$ 953,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Jaguapitã (PR), 2020
Mediana da disputa: R$ 12,6 por voto. Quem venceu, Diego Madeira, gastou R$ 4,69 por voto. O voto mais caro custou R$ 67,1; o mais barato, R$ 4,69.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Solange Da Autoescola PTR$ 3,6 mil · 53 votosR$ 67,1
- Camila Mello PTR$ 3,5 mil · 86 votosR$ 41,1
- Professora Katia Vidal PTR$ 3,6 mil · 87 votosR$ 41,1
- José Roberto Corredor PLR$ 5,4 mil · 208 votosR$ 26,2
- Tamarrado DEMR$ 3,1 mil · 122 votosR$ 25,1
- Leco CIDADANIAR$ 2,7 mil · 121 votosR$ 22,6
- Abel Passos CIDADANIAR$ 2,8 mil · 219 votosR$ 12,6
- Marcia Marcato CIDADANIAR$ 2,7 mil · 232 votosR$ 11,5
- Marcelo Da Farmacia DEMR$ 2,8 mil · 254 votosR$ 10,8
- Willian Carvalho PTR$ 2,7 mil · 264 votosR$ 10
- Neto Da Saude DEMR$ 3,1 mil · 329 votosR$ 9,42
- Diego Madeira DEMR$ 4,4 mil · 947 votosR$ 4,69
Votos por real
- 2020, vereador: 43 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.