Toninho Carteiro
Antonio Fernandes Doria · nasceu em 1955
Toninho Carteiro se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PV (2004), PDT (2008), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 65 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Toninho Carteiro declarou R$ 357,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 193,2 mil acima da inflação.
Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador em Sergipe não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Toninho Carteiro declarou ao TSE R$ 4,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Carira (SE) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 76493,3%
- EscritórioR$ 556,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Carira (SE), 2020
Mediana da disputa: R$ 23,4 por voto. Quem venceu, Erivaldo De Valmir, gastou R$ 2,77 por voto. O voto mais caro custou R$ 237; o mais barato, R$ 2,77.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Magaly De Elias PSDR$ 2,8 mil · 12 votosR$ 237
- Jusci Ex Conselheira Tutelar PSDR$ 5,7 mil · 30 votosR$ 189
- Nana De Zé De Miralda PSDR$ 5,7 mil · 78 votosR$ 72,8
- Terezinha De Zé De Campos PSDR$ 14 mil · 251 votosR$ 56,4
- Lourdinha De Barretinho PSDR$ 14 mil · 322 votosR$ 44
- Neirivane Do Mst PTR$ 5,6 mil · 132 votosR$ 42,5
- Jucelino De Marcelino De Bie PTR$ 2,5 mil · 107 votosR$ 23,4
- Zé Alves PSCR$ 3,7 mil · 622 votosR$ 5,91
- Isael Do Gás PSDR$ 3,4 mil · 652 votosR$ 5,19
- Josymario De Carlito Do Foto CIDADANIAR$ 2,1 mil · 511 votosR$ 4,15
- Pedro Do Banco PTR$ 2,5 mil · 610 votosR$ 4,05
- Erivaldo De Valmir PPR$ 2,3 mil · 826 votosR$ 2,77
Votos por real
- 2020, vereador: 138 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 418 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.