Apuração
Vereador · 2020 · PP

Toninho Braz

Antonio Braz · nasceu em 1963

Toninho Braz se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB2012PTB2016CIDADANIA2020PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: PSDB (2004–2008), PTB (2012), CIDADANIA (2016), PP (2020).

VereadorPartidoPSDBPTBCIDADANIAPP’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Cajamar (SP)
    PP 11000· direita
    suplente
  2. 2016
    Vereador · Cajamar (SP)
    CIDADANIA 23000· centro
    suplente
  3. 2012
    Vereador · Cajamar (SP)
    PTB 14123· centro-direita
    suplente
  4. 2008
    Vereador · Cajamar (SP)
    PSDB 45545· centro-direita
    suplente
  5. 2004
    Vereador · Cajamar (SP)
    PSDB 45545· centro-direita
    suplente582 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Toninho Braz declarou R$ 214,5 mil em bens, em reais de hoje: 9,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 194 mil acima da inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 214,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 132.000 na declaração)

Declarou 9,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Toninho BrazR$ 214,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 214,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Toninho Braz declarou ao TSE R$ 52 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 18 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Cajamar (SP) · PP · suplente

De onde veio

R$ 3.571
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.023
O maior gasto foi com material impresso: 88% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.023.
  1. Material impressoR$ 89987,8%
  2. OutrosR$ 12512,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Cajamar (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 208 por voto. Quem venceu, Saulo, gastou R$ 24,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 663; o mais barato, R$ 24,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Erika Macedo PSBR$ 42 mil · 64 votosR$ 663
  • Bia Da Saúde PSDR$ 25 mil · 46 votosR$ 554
  • Keity Ferraz PSDR$ 28 mil · 60 votosR$ 474
  • Pedro Barnabé PTR$ 57 mil · 123 votosR$ 463
  • Neide Doro PSDR$ 25 mil · 61 votosR$ 418
  • Luciana Satu PSDR$ 25 mil · 119 votosR$ 214
  • Lu Domingues PSDR$ 26 mil · 124 votosR$ 208
  • Maria Guerra PSDR$ 25 mil · 137 votosR$ 186
  • Sheila Da Educação PSDR$ 25 mil · 169 votosR$ 151
  • Alexandre Lima PSBR$ 34 mil · 430 votosR$ 79
  • Reinaldo Santos MDBR$ 35 mil · 708 votosR$ 49
  • Saulo PSDR$ 45 mil · 1.828 votosR$ 24,4

Votos por real

  • 2020, vereador: 106 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.