Apuração
Deputado estadual · 2018 · DEM

Toninho Andrada

Antônio Carlos Doorgal de Andrada · nasceu em 1961

Toninho Andrada se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,50← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSDB2012PSDB2018DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002.

Passou por 2 partidos: PSDB (2002–2012), DEM (2018).

Dep. estadualPrefeitoPartidoPSDBDEM’02’04’06’08’10’12’14’16’18
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 57 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Minas Gerais
    DEM 25665· direita
    suplente38.282 votos; 68º mais votado de 1.255 no estado
  2. 2012
    Prefeito · Barbacena (MG)
    PSDB 45· centro-direita
    eleito31.225 votos, 49,0%
  3. 2002
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PSDB 45155· centro-direita
    eleito75.947 votos; 5º mais votado de 725 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Toninho Andrada teve 38.282 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 68º lugar entre 1.255 candidatos.

Recebeu votos em 416 cidades. Barbacena deu 6,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 32,3%.

38.282 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 38.282 votos.
  1. Barbacena (MG)2.346 votos6,1%
  2. Conceição do Rio Verde (MG)1.474 votos3,9%
  3. Belo Horizonte (MG)1.063 votos2,8%
  4. Senhora dos Remédios (MG)973 votos2,5%
  5. Presidente Bernardes (MG)922 votos2,4%
  6. Outras 401 cidades25.930 votos67,7%
As outras 1 eleições para deputado
75.947 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 75.947 votos.
  1. Barbacena (MG)15.120 votos19,9%
  2. Alto Rio Doce (MG)2.764 votos3,6%
  3. Senhora dos Remédios (MG)2.395 votos3,2%
  4. Carandaí (MG)2.388 votos3,1%
  5. Barroso (MG)1.800 votos2,4%
  6. Outras 421 cidades36.636 votos48,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Toninho Andrada declarou R$ 315,2 mil em bens, em reais de hoje: 4,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2018, o total caiu R$ 1,2 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 315,2 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 207.107 na declaração)

Declarou 4,8 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2018.

  • Toninho AndradaR$ 315,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 65,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 315,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Toninho Andrada declarou ao TSE R$ 3,2 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 2,4 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Minas Gerais · DEM · suplente

De onde veio

R$ 272,2 mil
7,5% veio de fundos públicos; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 272,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 236,6 mil86,9%
  2. Fundo partidárioTudo de Diretorio Regional Do Democratas De Minas GeraisR$ 20,4 mil7,5%
  3. OutrosR$ 130< 0,1%

Para onde foi

R$ 662,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 662,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal47 pessoas, não nomeadasR$ 65,2 mil9,9%
  2. InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 37,7 mil5,7%
  3. EventosR$ 2.2500,3%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2018

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Noraldino Junior, gastou R$ 9,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 9,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 58 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 13 votos por R$ 1.000, 16% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 157 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.