Toninho Pacheco
Antonio Goncalves Pacheco · nasceu em 1953
Toninho Pacheco se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PSDB (2008–2012), PSD (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vice-prefeito · Jaguaruna (SC)PSD 11· direitaNa chapa de Alicio Bitencourtchapa não eleita5.413 votos da chapa, 45,6%
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Toninho Pacheco declarou R$ 808,7 mil em bens, em reais de hoje: 9,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 660,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 9,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.
- Toninho PachecoR$ 808,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Terreno rural localizado no arroio correnteR$ 172,4 milTerreno rural
- Caminhao wv ano 2014R$ 172,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Terreno rural localizado na sanga grande baixaR$ 143,6 milTerreno rural
- Casa localizada na rodovia arno arnaldo napoliR$ 114,9 milCasa
- Casa localizada no balneario arroio correnteR$ 114,9 milCasa
- Mercedes 710 caminhonete 2001R$ 71,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo fiat uno brancoR$ 18,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Toninho Pacheco declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Jaguaruna (SC) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Jaguaruna (SC), 2020
Mediana da disputa: R$ 29,1 por voto. Quem venceu, Totoco, gastou R$ 16,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.055; o mais barato, R$ 16,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carol Alves PSLR$ 6,2 mil · 3 votosR$ 2.055
- Kelcia Bressan PSLR$ 6,4 mil · 7 votosR$ 919
- Vitalina Daltoé Cardoso PSLR$ 6,2 mil · 15 votosR$ 412
- Robson Floriano PSLR$ 6,5 mil · 74 votosR$ 88,1
- Maria Paula Corrêa Alves PSLR$ 6,5 mil · 117 votosR$ 55,7
- Beiço Da Brahma PSLR$ 6,5 mil · 130 votosR$ 50,1
- Sgt Paulo Henrique Jiu-Jitsu PSLR$ 6,5 mil · 223 votosR$ 29,1
- Neném PSLR$ 7,3 mil · 280 votosR$ 26,2
- Edimarcos De Souza PSLR$ 6,5 mil · 272 votosR$ 23,9
- Marquinhos PSLR$ 8 mil · 389 votosR$ 20,6
- Serginho Bitencourt PPR$ 6,2 mil · 320 votosR$ 19,3
- Totoco PSLR$ 7,6 mil · 457 votosR$ 16,7
Votos por real
- 2012, vereador: 37 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.