Apuração
Vereador · 2008 · PP

Toninho

Antonio Henriques de Rezende · nasceu em 1955

Toninho disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Cristiano Otoni (MG)), pelo PP: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,67← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPP2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 53 anos, até o fundamental, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PP 11611· direita
    eleito156 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Toninho declarou R$ 633,7 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 633,7 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 235.000 na declaração)

Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • ToninhoR$ 633,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 633,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Toninho declarou ao TSE R$ 4,1 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Cristiano Otoni (MG) · PP · eleito

De onde veio

R$ 4.150
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.150.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 1.60638,7%
  2. Próprio bolsoR$ 1.16228%
  3. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 1.11626,9%
  4. Outros candidatosR$ 2656,4%

Para onde foi

R$ 4.147
O maior gasto foi com outros: 72% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.147. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Posto Cristianense LtdaR$ 68016,4%
  2. Material impressoTudo de N&N Impressos Gráficos LtdaR$ 48211,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Cristiano Otoni (MG), 2008

Mediana da disputa: R$ 127 por voto. Quem venceu, Gilso Do Osmar, gastou R$ 15,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 384; o mais barato, R$ 15,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Robinson DEMR$ 8,8 mil · 23 votosR$ 384
  • Flavio Tratorista MDBR$ 5,8 mil · 16 votosR$ 364
  • Ze Carlos MDBR$ 5,7 mil · 19 votosR$ 298
  • Bilica DEMR$ 6,3 mil · 27 votosR$ 232
  • Adriano DEMR$ 7,3 mil · 34 votosR$ 214
  • Nenzão MDBR$ 6,8 mil · 35 votosR$ 193
  • Zé Geraldo Da Mexerica DEMR$ 6,1 mil · 48 votosR$ 127
  • David Vigilante MDBR$ 5,9 mil · 50 votosR$ 119
  • Rosangela Da Quinha MDBR$ 6,1 mil · 114 votosR$ 53,2
  • Gérson MDBR$ 6,2 mil · 155 votosR$ 40
  • Dé DEMR$ 6,1 mil · 183 votosR$ 33,5
  • Gilso Do Osmar MDBR$ 5,6 mil · 361 votosR$ 15,4

Votos por real

  • 2008, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.