Toninho
Antonio Francisco de Sousa · nasceu em 1954
Toninho se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, superior incompleto, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Toninho declarou R$ 208 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 88,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.
- ToninhoR$ 208 mil
- Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Toninho declarou ao TSE R$ 7,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Porto Alegre do Norte (MT) · MDB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 1.05254,4%
- Outros candidatosR$ 88145,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.26965,7%
- ServiçosR$ 60731,4%
- EscritórioR$ 552,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Porto Alegre do Norte (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 128 por voto. Quem venceu, Jakão, gastou R$ 71 por voto. O voto mais caro custou R$ 259; o mais barato, R$ 71.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pretinha PLR$ 16 mil · 61 votosR$ 259
- Livia Do Hotel Regional PDTR$ 17 mil · 81 votosR$ 213
- Marilde PTR$ 16 mil · 86 votosR$ 182
- Daniela MDBR$ 13 mil · 79 votosR$ 160
- Dona Edna PLR$ 11 mil · 83 votosR$ 135
- Joel Gunther PSDR$ 14 mil · 106 votosR$ 133
- Valdevandes Guerra PSDR$ 17 mil · 132 votosR$ 128
- Benezim PSDR$ 15 mil · 142 votosR$ 108
- Gilson PSDBR$ 10 mil · 101 votosR$ 102
- Ze Da Iva CIDADANIAR$ 13 mil · 124 votosR$ 101
- Professor Angelo PLR$ 10 mil · 144 votosR$ 72,8
- Jakão DEMR$ 15 mil · 215 votosR$ 71
Votos por real
- 2016, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 5,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 6,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.