Toninho do Psol
Antonio Carlos de Andrade · nasceu em 1953
Toninho do Psol se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2002), PSOL (2006–2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado distrital, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 65 anos, superior completo, servidor público civil aposentado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018Deputado distrital · Distrito FederalPSOL 50050· esquerdasuplente3.272 votos; 114º mais votado de 917 no estado
- 2014
- 2010
- 2006
- 2002Deputado distrital · Distrito FederalPT 13211· centro-esquerda· na urna, Toninho do Ptsuplente5.697 votos; 55º mais votado de 626 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Toninho do Psol teve 3.272 votos para deputado distrital, 0,2% dos votos válidos do estado: 114º lugar entre 917 candidatos.
Recebeu votos em 1 cidade. Brasília deu 100,0% deles.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Toninho do Psol declarou R$ 399,2 mil em bens, em reais de hoje: 7,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Distrito Federal. Entre 2006 e 2018, o total caiu R$ 248,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7,5 vezes a mediana dos candidatos a deputado distrital no Distrito Federal em 2018.
- Toninho do PsolR$ 399,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 976,3 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 11 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- #Nulo#R$ 214,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 61,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 55,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 34,8 milApartamento
- #Nulo#R$ 12,7 milCaderneta de poupança
- #Nulo#R$ 7.913Outros bens imóveis
- #Nulo#R$ 6.426Caderneta de poupança
- #Nulo#R$ 2.359Terreno
- #Nulo#R$ 1.367Terreno
- #Nulo#R$ 1.218Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 2Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Toninho do Psol declarou ao TSE R$ 433 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para governador: R$ 143 mil.
Campanha a campanha
2018 · Deputado distrital · Distrito Federal · PSOL · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de P-Sol - Partido Socialismo E LiberdadeR$ 43,4 mil79,4%
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 9.72617,8%
- Outros candidatosR$ 1.5082,8%
Para onde foi
- Pessoal12 pessoas, não nomeadasR$ 20,8 mil40,7%
- Material impressoTudo de Drop Comunicacao Grafica EireliR$ 15,9 mil31,1%
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 4.1478,1%
- RepassesTudo de Eleicao 2018 Maria Jose Conceicao Maninha Deputado FederalR$ 3.0466%
- EscritórioR$ 1060,2%
Quanto custou cada voto: deputado distrital, Distrito Federal, 2018
Mediana da disputa: R$ 68,6 por voto. Quem venceu, Jaqueline Silva, gastou R$ 28,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.701; o mais barato, R$ 28,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Kadija MDBR$ 685 mil · 403 votosR$ 1.701
- Psicóloga Dolores Ferreira MDBR$ 605 mil · 551 votosR$ 1.099
- Deusdete PPLR$ 949 mil · 2.838 votosR$ 334
- Lana Miranda REPUBLICANOSR$ 362 mil · 1.091 votosR$ 331
- Fatinha PSDR$ 299 mil · 1.212 votosR$ 246
- Sandra Faraj PLR$ 1,4 milhão · 8.963 votosR$ 151
- Bispo Renato Andrade PLR$ 1,3 milhão · 10.692 votosR$ 126
- Renata D Aguiar PPR$ 442 mil · 3.912 votosR$ 113
- Professora Maria Antônia SOLIDARIEDADER$ 705 mil · 6.477 votosR$ 109
- Pastor Daniel De Castro PSCR$ 1,2 milhão · 11.510 votosR$ 104
- Eduardo Pedrosa AGIRR$ 1,2 milhão · 12.806 votosR$ 94,5
- Lira PHSR$ 279 mil · 3.061 votosR$ 91,1
- Ericka Filippelli MDBR$ 387 mil · 4.285 votosR$ 90,3
- Luzia De Paula PSBR$ 784 mil · 9.482 votosR$ 82,7
- Agaciel Maia PLR$ 1,4 milhão · 17.715 votosR$ 81,7
- Tia Nair AVANTER$ 286 mil · 4.173 votosR$ 68,6
- Carlos Dalvan PPR$ 418 mil · 6.111 votosR$ 68,4
- Robério Negreiros PSDR$ 1,2 milhão · 18.819 votosR$ 66,3
- Dr Gutemberg PLR$ 883 mil · 13.373 votosR$ 66
- Tabanez PROSR$ 524 mil · 8.078 votosR$ 64,9
- Anderson Medina PPR$ 540 mil · 9.604 votosR$ 56,2
- Ricardo Vale PTR$ 435 mil · 7.909 votosR$ 55
- Igor Tokarski PSBR$ 397 mil · 7.453 votosR$ 53,2
- Telma Rufino PROSR$ 570 mil · 11.715 votosR$ 48,6
- Cristiano Araújo PSDR$ 419 mil · 8.676 votosR$ 48,3
- Magela PTR$ 347 mil · 7.544 votosR$ 46,1
- Rafael Prudente MDBR$ 1,1 milhão · 26.373 votosR$ 40,8
- Valdelino Barcelos PPR$ 327 mil · 9.704 votosR$ 33,7
- Delmasso REPUBLICANOSR$ 691 mil · 23.227 votosR$ 29,7
- Jaqueline Silva PTBR$ 374 mil · 13.044 votosR$ 28,7
Votos por real
- 2018, deputado distrital: 68 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2014, governador: 422 votos por R$ 1.000, 16 vezes a mediana da disputa.
- 2010, governador: 1.429 votos por R$ 1.000, 8,5 vezes a mediana da disputa.
- 2006, governador: 540 votos por R$ 1.000, 18 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.