Tonim da Heloísa
Antônio do Carmo Moreira Pinto · nasceu em 1989
Tonim da Heloísa disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Mesquita (MG)), pelo PL: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 31 anos, ensino médio, trabalhador de usinagem de metais, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Tonim da Heloísa declarou R$ 57,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Tonim da HeloísaR$ 57,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Tonim da Heloísa declarou ao TSE R$ 2,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2020 · Vereador · Mesquita (MG) · PL · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.67873,3%
- PessoasR$ 42518,5%
- Outros candidatosR$ 1888,2%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.41567,3%
- Material impressoR$ 39618,8%
- ServiçosR$ 28313,5%
- RepassesR$ 80,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Mesquita (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 73,3 por voto. Quem venceu, Ilton Torres, gastou R$ 19,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 472; o mais barato, R$ 19,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mauricio Da Barra PSDBR$ 4,2 mil · 9 votosR$ 472
- Kim Da Serralheria PTBR$ 4,2 mil · 13 votosR$ 327
- Geraldo Carolim PSDBR$ 16 mil · 94 votosR$ 166
- Zé Ribeiro PTBR$ 7,1 mil · 50 votosR$ 142
- Izabela Queiroga PSDBR$ 4,2 mil · 40 votosR$ 106
- Mateus Beck Cantor PDTR$ 5 mil · 65 votosR$ 76,2
- Tiago PDTR$ 9,2 mil · 125 votosR$ 73,3
- Cinthia Do Ronaldinho PDTR$ 4,3 mil · 79 votosR$ 54,6
- Bitiu PDTR$ 3,6 mil · 69 votosR$ 51,9
- João Victor Lacerda PTR$ 4,2 mil · 119 votosR$ 35,7
- Divaldo PSDR$ 5,4 mil · 191 votosR$ 28,2
- Ilton Torres PTR$ 6,6 mil · 344 votosR$ 19,1
Votos por real
- 2020, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.