Apuração
Vereador · 2008 · PP

Tonho do Fundão

Antonio Carlos Inacio · nasceu em 1971

Tonho do Fundão disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Coqueiral (MG)), pelo PP: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,67← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPP2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 37 anos, até o fundamental, trabalhador rural. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Coqueiral (MG)
    PP 11650· direita
    eleito254 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Tonho do Fundão declarou R$ 32,4 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 32,4 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 12.000 na declaração)

Declarou 60% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • Tonho do FundãoR$ 32,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 32,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Tonho do Fundão declarou ao TSE R$ 878 em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Coqueiral (MG) · PP · eleito

De onde veio

R$ 878
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 878.
  1. Próprio bolsoR$ 73684,1%
  2. EmpresasTudo de Rossano De OliveiraR$ 13915,9%

Para onde foi

R$ 878
O maior gasto foi com material impresso: 73% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 878.
  1. Material impressoTudo de Suntime Projetos E Comunicação Ltda MeR$ 64073,1%
  2. OutrosTudo de Baixa De Recursos Estimáveis Em Dinheiro Proveniente Do Cpf/Cnpj 09651764000111R$ 13915,9%
  3. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 546,1%
  4. TransporteR$ 434,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Coqueiral (MG), 2008

Mediana da disputa: R$ 25,7 por voto. Quem venceu, Cleuza Enfermeira, gastou R$ 11,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 40,8; o mais barato, R$ 11,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Reinaldo PSDBR$ 4,2 mil · 104 votosR$ 40,8
  • Clecio Vendedor PSDBR$ 2,3 mil · 75 votosR$ 31,1
  • Vito Chagas PSDBR$ 2,9 mil · 96 votosR$ 30,6
  • Chico MDBR$ 2,4 mil · 79 votosR$ 30
  • Juscelino PLR$ 2,2 mil · 80 votosR$ 26,9
  • Sergio Da Sevilha PSDBR$ 2,1 mil · 82 votosR$ 26
  • Leandro Souza MDBR$ 4,6 mil · 181 votosR$ 25,7
  • Malinho PSDBR$ 3,1 mil · 120 votosR$ 25,4
  • Aloisio Dentista PLR$ 2,2 mil · 95 votosR$ 23,7
  • Adelvane Penaforte PLR$ 2,3 mil · 158 votosR$ 14,7
  • Divarzinho PPR$ 3,5 mil · 278 votosR$ 12,7
  • Cleuza Enfermeira PLR$ 3,1 mil · 279 votosR$ 11,2

Votos por real

  • 2008, vereador: 254 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.