Tonho do Bar
Antonio Nogueira · nasceu em 1971
Tonho do Bar se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PT (2004), PSB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2008: 37 anos, até o fundamental, trabalhador rural. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Tonho do Bar declarou R$ 183,4 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.
Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2008.
- Tonho do BarR$ 183,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 149 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Tonho do Bar declarou ao TSE R$ 3,5 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Tacuru (MS) · PT · eleito
De onde veio
Para onde foi
- TransporteTudo de Cardinaç & CardinalR$ 1.12432,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Tacuru (MS), 2004
Mediana da disputa: R$ 74,1 por voto. Quem venceu, Ezaul, gastou R$ 33,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 536; o mais barato, R$ 33,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Veron PSDBR$ 5,4 mil · 10 votosR$ 536
- Norina PSDBR$ 5,4 mil · 11 votosR$ 487
- Judite MDBR$ 5,4 mil · 22 votosR$ 244
- Vilson Vieira PVR$ 5,4 mil · 34 votosR$ 158
- Claudio Ortiz PVR$ 5,4 mil · 34 votosR$ 158
- Valdir MDBR$ 5,4 mil · 58 votosR$ 92,4
- Eva PDTR$ 5,9 mil · 80 votosR$ 74,1
- Alírio PDTR$ 7,4 mil · 112 votosR$ 66
- Idilio PSDBR$ 5,4 mil · 102 votosR$ 52,5
- Paraíba PDTR$ 7,4 mil · 160 votosR$ 46,2
- Zé Do Gercino PVR$ 8,3 mil · 227 votosR$ 36,5
- Ezaul MDBR$ 5,4 mil · 160 votosR$ 33,5
Votos por real
- 2004, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.