Apuração
Vereador · 2020 · CIDADANIA

Tonho da Geralcina

Antônio Eustáquio Rezende de Aguiar · nasceu em 1967

Tonho da Geralcina se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA+0,04← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004CIDADANIA2012CIDADANIA2016PV2020CIDADANIA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004–2012), PV (2016), CIDADANIA (2020).

PrefeitoVereadorPartidoCIDADANIAPVCIDADANIA’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Bonfim (MG)
    CIDADANIA 23000· centro-direita
    não eleito
  2. 2016
    Prefeito · Bonfim (MG)
    PV 43· centro· na urna, Tonho.
    não eleito83 votos, 1,5%
  3. 2012
    Vereador · Bonfim (MG)
    CIDADANIA 23500· centro· na urna, Tonho
    suplente
  4. 2004
    Vereador · Bonfim (MG)
    CIDADANIA 23250· centro· na urna, Tonho
    não eleito106 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Tonho da Geralcina declarou ao TSE R$ 6,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 5,1 mil, 36% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Bonfim (MG) · CIDADANIA · não eleito

De onde veio

R$ 917
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 917.
  1. PessoasR$ 42546,3%
  2. Próprio bolsoR$ 42546,3%
  3. Outros candidatosR$ 687,4%

Para onde foi

R$ 793
O maior gasto foi com serviços: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 793.
  1. ServiçosR$ 42553,6%
  2. Material impressoR$ 36846,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Bonfim (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 14,7 por voto. Quem venceu, Geraldo Da Olaia, gastou R$ 3,21 por voto. O voto mais caro custou R$ 273; o mais barato, R$ 3,21.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Cristina Alves MDBR$ 15 mil · 54 votosR$ 273
  • Expedito Do Milho Verde CIDADANIAR$ 1,7 mil · 8 votosR$ 212
  • Juninho MDBR$ 17 mil · 151 votosR$ 112
  • Pedrão PSDR$ 2,9 mil · 71 votosR$ 40,9
  • Bruno Zica MDBR$ 1,1 mil · 36 votosR$ 29,7
  • Precata PTBR$ 1,4 mil · 59 votosR$ 24
  • Lenauro Mendes PSDR$ 984 · 67 votosR$ 14,7
  • Fabio Campos PSLR$ 2,2 mil · 157 votosR$ 14,2
  • Daniel Viana PSLR$ 1,4 mil · 101 votosR$ 14
  • Jairo Penido MDBR$ 1 mil · 202 votosR$ 5,15
  • Rodrigo Do Ze Roberto PSLR$ 1,1 mil · 229 votosR$ 4,94
  • Geraldo Da Olaia MDBR$ 1,1 mil · 339 votosR$ 3,21

Votos por real

  • 2020, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.