Apuração
Vereador · 2016 · PSL

Tonhão

Antonio Carlos Pereira Filho · nasceu em 1987

Tonhão disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Lambari (MG)), pelo PSL: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSL+0,57← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSL2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 29 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Lambari (MG)
    PSL 17192· direita
    não eleito153 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Tonhão declarou R$ 359,8 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 359,8 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 221.473 na declaração)

Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • TonhãoR$ 359,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 359,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Tonhão declarou ao TSE R$ 573 em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Lambari (MG) · PSL · não eleito

De onde veio

R$ 573
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 573.
  1. Próprio bolsoR$ 25945,2%
  2. PessoasR$ 24342,4%
  3. Outros candidatosR$ 7112,4%

Para onde foi

R$ 573
O maior gasto foi com material impresso: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 573.
  1. Material impressoR$ 29050,6%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 24342,4%
  3. OutrosR$ 407,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Lambari (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 46,2 por voto. Quem venceu, Geraldinho Da Capelinha, gastou R$ 18,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 72,6; o mais barato, R$ 18,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 153 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.