Tonhão
Geraldo Antônio Marcelino · nasceu em 1967
Tonhão se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2012–2020), PDT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 57 anos, ensino médio, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Tonhão declarou R$ 187,9 mil em bens, em reais de hoje: 7,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2024, o total caiu R$ 53,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- TonhãoR$ 187,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Casa em construçãoR$ 77,3 milCasa
- Banco caixa economica federal dez 2023R$ 48,6 milCaderneta de poupança
- Saldo contaR$ 27,7 milConta corrente no país
- Kia storgeR$ 26,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Pampa ford 1.8LR$ 7.733Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Tonhão declarou ao TSE R$ 34 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · João Monlevade (MG) · PDT · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 7.35056,3%
- Próprio bolsoR$ 5.39941,4%
- Outros candidatosR$ 2972,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 6.08455,3%
- PessoalR$ 3.57732,5%
- ServiçosR$ 1.31211,9%
- EscritórioR$ 200,2%
Quanto custou cada voto: vereador, João Monlevade (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 31 por voto. Quem venceu, Zuza Do Socorro, gastou R$ 15,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 115; o mais barato, R$ 15,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marinete Morais PC do BR$ 35 mil · 304 votosR$ 115
- Gustavo Prandini PC do BR$ 60 mil · 563 votosR$ 107
- Marcinho Cruz CIDADANIAR$ 28 mil · 417 votosR$ 66,9
- Gentil Bicalho PTR$ 24 mil · 428 votosR$ 56,2
- Michelle Nunes CIDADANIAR$ 20 mil · 365 votosR$ 55,9
- Belmar Diniz PTR$ 24 mil · 605 votosR$ 39,5
- Professora Maria Do Sagrado PTR$ 27 mil · 856 votosR$ 31
- Pastor Gil Dias PLR$ 19 mil · 689 votosR$ 27,8
- Gustavo Maciel REPUBLICANOSR$ 22 mil · 902 votosR$ 24,5
- Sinval Da Luzitana PLR$ 20 mil · 883 votosR$ 22,1
- Dr. Sidney PLR$ 23 mil · 1.121 votosR$ 20,5
- Zuza Do Socorro AVANTER$ 22 mil · 1.438 votosR$ 15,4
Votos por real
- 2024, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 157 votos por R$ 1.000, 7,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.