Tomaz Schuch
Tomaz Augusto Schuch · nasceu em 1960
Tomaz Schuch se candidatou em 2 eleições, de 2014 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, superior completo, bancário e economiário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado federal · Rio Grande do SulPP 1187· direitasuplente2.282 votos; 132º mais votado de 308 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Tomaz Schuch teve 2.282 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 132º lugar entre 308 candidatos.
Recebeu votos em 87 cidades. Porto Alegre deu 45,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Tomaz Schuch declarou R$ 533,6 mil em bens, em reais de hoje: 7,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2014 e 2016, o total caiu R$ 61,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Tomaz SchuchR$ 533,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Tomaz Schuch declarou ao TSE R$ 43 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 31 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Porto Alegre (RS) · PP · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 6.19348,9%
- Outros candidatosR$ 5.17040,8%
- Próprio bolsoR$ 9727,7%
- Fundo partidárioR$ 3242,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.41634,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4.19933,2%
- ServiçosR$ 2.74921,7%
- TransporteR$ 1.29510,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Porto Alegre (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 42,3 por voto. Quem venceu, Mauro Zacher, gastou R$ 16,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 145; o mais barato, R$ 16,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tarso Boelter PPR$ 385 mil · 2.657 votosR$ 145
- Pujol DEMR$ 332 mil · 3.772 votosR$ 88,1
- Rodrigo Maroni PLR$ 604 mil · 11.770 votosR$ 51,3
- Ricardo Gomes PPR$ 294 mil · 5.822 votosR$ 50,5
- Roberto Robaina PSOLR$ 394 mil · 8.354 votosR$ 47,2
- Márcio Bins Ely PDTR$ 296 mil · 6.858 votosR$ 43,2
- André Carús MDBR$ 291 mil · 6.882 votosR$ 42,3
- Cláudio Janta SOLIDARIEDADER$ 203 mil · 5.288 votosR$ 38,3
- Valter Nagelstein MDBR$ 337 mil · 9.300 votosR$ 36,2
- Mendes Ribeiro MDBR$ 236 mil · 6.691 votosR$ 35,2
- Idenir Cecchim MDBR$ 212 mil · 6.342 votosR$ 33,5
- Mauro Zacher PDTR$ 227 mil · 13.551 votosR$ 16,8
Votos por real
- 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 74 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.