Tomas Frattini
Tomas D Aquino Frattini · nasceu em 1953
Tomas Frattini se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004–2012), PTB (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, superior completo, engenheiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Socorro (SP)DEM 25· direitaNa chapa de João Pinhonichapa não eleita1.201 votos da chapa, 5,8%
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Tomas Frattini declarou R$ 573,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 286,1 mil acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Tomas Frattini declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Socorro (SP) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 90790,8%
- PessoasR$ 818,1%
- Outros candidatosR$ 111,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 90290,7%
- ServiçosR$ 929,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Socorro (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 16,5 por voto. Quem venceu, João Pinhoni, gastou R$ 6,15 por voto. O voto mais caro custou R$ 107; o mais barato, R$ 6,15.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Takebe DEMR$ 13 mil · 123 votosR$ 107
- Rafael Fruchi Barbosa PSBR$ 6,1 mil · 70 votosR$ 86,6
- Franks Prado PSBR$ 17 mil · 428 votosR$ 40,3
- Chino PSDR$ 8,9 mil · 273 votosR$ 32,7
- Professor Airton Pimenta MDBR$ 8,5 mil · 461 votosR$ 18,4
- Alexandre Da Van PSDR$ 5,7 mil · 336 votosR$ 16,8
- Lauro Poca PTBR$ 17 mil · 1.049 votosR$ 16,5
- Guarda Edeli DEMOCRATAR$ 7,6 mil · 469 votosR$ 16,2
- Pedrinho Redentor SOLIDARIEDADER$ 8,6 mil · 562 votosR$ 15,4
- William Morais PTBR$ 5,5 mil · 416 votosR$ 13,1
- Eng. Agr. Marcelo Faria PSDBR$ 7,2 mil · 639 votosR$ 11,3
- João Pinhoni DEMR$ 8,6 mil · 1.392 votosR$ 6,15
Votos por real
- 2016, vereador: 363 votos por R$ 1.000, 7,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 588 votos por R$ 1.000, 8,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.