Tom
Heverton Souza Cavalcante · nasceu em 1986
Tom se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: MDB (2012), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 29 anos, ensino médio, carpinteiro, marceneiro e assemelhados, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Tom declarou R$ 438,7 mil em bens, em reais de hoje: 34 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 34 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- TomR$ 438,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Tom declarou ao TSE R$ 5,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Potiraguá (BA) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.78171,2%
- Fundo partidárioR$ 71928,8%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.78171,2%
- Material impressoR$ 71928,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Potiraguá (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 17,6 por voto. Quem venceu, Cigano, gastou R$ 9,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.629; o mais barato, R$ 9,93.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sônia PPR$ 3,3 mil · 2 votosR$ 1.629
- Néia A Boa PPR$ 3,6 mil · 67 votosR$ 53,5
- Edinamon DEMR$ 4 mil · 104 votosR$ 38,3
- Dr. Thaise Brito PLR$ 6 mil · 189 votosR$ 31,7
- Tonhe De Ernesto PSDBR$ 8,6 mil · 273 votosR$ 31,4
- Gegel REPUBLICANOSR$ 8,3 mil · 289 votosR$ 28,6
- Marcos Alicate PTR$ 3,1 mil · 175 votosR$ 17,6
- Jó Do Monon PPR$ 4,6 mil · 297 votosR$ 15,4
- Carlinhos De Daniel PPR$ 4,1 mil · 291 votosR$ 14,2
- Jean Assistente Social REPUBLICANOSR$ 4 mil · 328 votosR$ 12,3
- Idene PSBR$ 3,9 mil · 341 votosR$ 11,5
- Cigano REPUBLICANOSR$ 4 mil · 398 votosR$ 9,93
Votos por real
- 2016, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 99 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.