Tom
Everton Luis Marcal Alves · nasceu em 1980
Tom se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 27 anos, superior completo. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Tom declarou R$ 40,4 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 60% da mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2008.
- TomR$ 40,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Tom declarou ao TSE R$ 2,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Professor Jamil (GO) · DEM · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 33780,8%
- Outros candidatosTudo de Geraldo Antonio CavalcantiR$ 8019,2%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Professor Jamil (GO), 2008
Mediana da disputa: R$ 20,3 por voto. Quem venceu, Alexim Do Gás, gastou R$ 4,78 por voto. O voto mais caro custou R$ 44,4; o mais barato, R$ 4,78.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ailton Lazaro PLR$ 2 mil · 44 votosR$ 44,4
- Agmar PTR$ 1,2 mil · 39 votosR$ 31,1
- Talismar PPR$ 2,9 mil · 105 votosR$ 27,2
- Maclenes PTR$ 710 · 29 votosR$ 24,5
- Fernandinho DEMR$ 2,4 mil · 101 votosR$ 23,3
- Alcantara PLR$ 1,4 mil · 68 votosR$ 20,3
- Ernane Barbosa PLR$ 1,7 mil · 115 votosR$ 14,4
- Emerson PTR$ 1,5 mil · 137 votosR$ 11
- Jorginho PTR$ 961 · 92 votosR$ 10,4
- Alexim Do Gás PTR$ 803 · 168 votosR$ 4,78
Votos por real
- 2008, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 54 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.