Toinha
Antonia Damascena de Oliveira · nasceu em 1972
Toinha se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.
Passou por 2 partidos: PL (2004), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Toinha declarou R$ 66,5 mil em bens, em reais de hoje: 5,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 5,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- ToinhaR$ 66,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Toinha declarou ao TSE R$ 6,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereadora: R$ 6,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Itatim (BA) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Itatim (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 20,5 por voto. Quem venceu, Amigo Inho, gastou R$ 9,95 por voto. O voto mais caro custou R$ 66,9; o mais barato, R$ 9,95.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Visto PPR$ 9,3 mil · 139 votosR$ 66,9
- Devá Da Moleta PPR$ 15 mil · 274 votosR$ 54,2
- Gel Barbeiro CIDADANIAR$ 11 mil · 412 votosR$ 27,8
- Ademir Da Caçamba PSBR$ 12 mil · 455 votosR$ 26,3
- Roberto MDBR$ 11 mil · 431 votosR$ 26,1
- Jeter Pereira PLR$ 12 mil · 454 votosR$ 26
- Robinho De Lola PSDR$ 8,6 mil · 421 votosR$ 20,5
- Wanderlei Andrade REPUBLICANOSR$ 11 mil · 703 votosR$ 16,2
- Sandro Mototaxi PSDR$ 11 mil · 752 votosR$ 14,5
- Junior De Zé Edson PSDR$ 9,7 mil · 733 votosR$ 13,3
- Clarice AVANTER$ 8,7 mil · 660 votosR$ 13,2
- Amigo Inho PPR$ 17 mil · 1.668 votosR$ 9,95
Votos por real
- 2004, vereadora: 60 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.