Apuração
Vereador · 2016 · PSC

Tó

Gilmar Francelino da Silva · nasceu em 1961

Tó se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,27← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PDT2012PSD2016PSC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.

Passou por 3 partidos: PDT (2004–2008), PSD (2012), PSC (2016).

VereadorPartidoPDTPSDPSC2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSC 20200· direita
    eleito90 votos
  2. 2012
    PSD 55678· direita
    eleito95 votos
  3. 2008
    PDT 12345· centro-esquerda
    eleito79 votos
  4. 2004
    PDT 12345· centro-esquerda
    eleito72 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Tó declarou R$ 161,8 mil em bens, em reais de hoje: 8,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Sergipe.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 161,8 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 60.000 na declaração)

Declarou 8,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Sergipe em 2008.

  • TóR$ 161,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 18,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 53,9 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 161,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Tó declarou ao TSE R$ 5,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · General Maynard (SE) · PSC · eleito

De onde veio

R$ 502
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 502.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 48696,8%
  2. Outros candidatosR$ 163,2%

Para onde foi

R$ 502
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 502.
  1. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 32464,5%
  2. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 16232,3%
  3. Material impressoR$ 163,2%

Quanto custou cada voto: vereador, General Maynard (SE), 2016

Mediana da disputa: R$ 25,1 por voto. Quem venceu, Givaldo Lidio, gastou R$ 7,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 198; o mais barato, R$ 7,86.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Peteco PRPR$ 1,8 mil · 9 votosR$ 198
  • Denio Mota PC do BR$ 2 mil · 18 votosR$ 112
  • Ayala De Geno PRPR$ 1,5 mil · 26 votosR$ 56
  • Professor Sotero PPR$ 1,7 mil · 50 votosR$ 34,3
  • Hailton Da Academia CIDADANIAR$ 2,1 mil · 70 votosR$ 29,4
  • Zé Rodrigues PSCR$ 2,4 mil · 90 votosR$ 26,9
  • Cássio De Honorina PRPR$ 1,8 mil · 71 votosR$ 25,1
  • Mano PC do BR$ 2 mil · 120 votosR$ 16,9
  • Sapato PATRIOTAR$ 1,7 mil · 103 votosR$ 16,5
  • Cora PDTR$ 2 mil · 166 votosR$ 12,2
  • Nal PSBR$ 1,8 mil · 155 votosR$ 11,6
  • Givaldo Lidio MDBR$ 1,4 mil · 175 votosR$ 7,86

Votos por real

  • 2016, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.