Titonho
Antonio Manoel da Silva · nasceu em 1965
Titonho se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PP (2008), AVANTE (2012), SOLIDARIEDADE (2016), PT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Titonho declarou R$ 6.499 em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 235,2 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 20% da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.
- TitonhoR$ 6.499
- Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Titonho declarou ao TSE R$ 53 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 45 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Chapadão do Sul (MS) · SOLIDARIEDADE · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.03684,7%
- Outros candidatosR$ 55115,3%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.42967,7%
- Material impressoR$ 83423,3%
- ServiçosR$ 3249%
Quanto custou cada voto: vereador, Chapadão do Sul (MS), 2016
Mediana da disputa: R$ 97 por voto. Quem venceu, Anderson Abreu, gastou R$ 47,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 907; o mais barato, R$ 47,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ana Paula MDBR$ 23 mil · 25 votosR$ 907
- Dr. Quaranta DEMR$ 23 mil · 56 votosR$ 407
- Juliana Angeli DEMR$ 25 mil · 66 votosR$ 385
- Teteco Pires MDBR$ 36 mil · 151 votosR$ 236
- Iltinho DEMR$ 32 mil · 158 votosR$ 204
- Levi PSCR$ 25 mil · 196 votosR$ 127
- Diegão PROSR$ 23 mil · 238 votosR$ 97
- Maurício MDBR$ 25 mil · 273 votosR$ 90
- Liza Scheide DEMR$ 25 mil · 332 votosR$ 74,4
- Mika MDBR$ 41 mil · 657 votosR$ 62,4
- Prof. Cicero PHSR$ 25 mil · 434 votosR$ 57
- Anderson Abreu DEMR$ 25 mil · 528 votosR$ 47,7
Votos por real
- 2016, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 1,9 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.