Apuração
Vereador · 2016 · CIDADANIA

Tito Simões

Edilson Simões da Silva · nasceu em 1962

Tito Simões se candidatou em 2 eleições, de 2014 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

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Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA+0,12← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2014PTB2016CIDADANIA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PTB (2014), CIDADANIA (2016).

Dep. federalVereadorPartidoPTBCIDADANIA20142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, superior completo, técnico de enfermagem e assemelhados (exceto enfermeiro), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Macaé (RJ)
    CIDADANIA 23023· centro
    suplente
  2. 2014
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PTB 1443· centro-direita
    suplente5.674 votos; 174º mais votado de 953 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Tito Simões teve 5.674 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 174º lugar entre 953 candidatos.

Recebeu votos em 63 cidades. Macaé deu 60,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,1%.

5.674 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 5.674 votos.
  1. Macaé (RJ)3.409 votos60,1%
  2. Rio de Janeiro (RJ)585 votos10,3%
  3. Duque de Caxias (RJ)325 votos5,7%
  4. Conceição de Macabu (RJ)195 votos3,4%
  5. Mesquita (RJ)148 votos2,6%
  6. Outras 48 cidades394 votos6,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Tito Simões declarou ao TSE R$ 47 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 37 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Macaé (RJ) · CIDADANIA · suplente

De onde veio

R$ 9.296
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.296.
  1. Próprio bolsoR$ 5.84762,9%
  2. Outros candidatosR$ 2.52627,2%
  3. PessoasR$ 9239,9%

Para onde foi

R$ 9.296
O maior gasto foi com material impresso: 99% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.296.
  1. Material impressoR$ 9.24699,5%
  2. EscritórioR$ 500,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Macaé (RJ), 2016

Mediana da disputa: R$ 35 por voto. Quem venceu, George Jardim, gastou R$ 26,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 93; o mais barato, R$ 26,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 152 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.