Tirson
Tirson Ferreira Leite · nasceu em 1941
Tirson se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: MDB (2004), PL (2008–2012), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 74 anos, até o fundamental, servidor público civil aposentado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Tirson declarou R$ 273,9 mil em bens, em reais de hoje: 8,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 50,1 mil acima da inflação.
Declarou 8,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.
- TirsonR$ 273,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Tirson declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Caracol (MS) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.95199,2%
- Próprio bolsoR$ 160,8%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.94398,8%
- EscritórioR$ 241,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Caracol (MS), 2016
Mediana da disputa: R$ 119 por voto. Quem venceu, Prof. Julio Cesar, gastou R$ 48,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.021; o mais barato, R$ 48,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Nilce MDBR$ 12 mil · 3 votosR$ 4.021
- Julho Jp PSLR$ 13 mil · 24 votosR$ 530
- Ramona Collares PTR$ 9,9 mil · 21 votosR$ 470
- Afonso Souza PTBR$ 11 mil · 50 votosR$ 226
- Paula Cabocla Pantaneira PSLR$ 18 mil · 89 votosR$ 197
- Neca PSLR$ 19 mil · 110 votosR$ 173
- Haroldo Franco DEMR$ 22 mil · 185 votosR$ 119
- Zeli MDBR$ 15 mil · 132 votosR$ 110
- Preguinho MDBR$ 22 mil · 280 votosR$ 78,5
- Timóteo Bafú AVANTER$ 11 mil · 191 votosR$ 55,8
- Dilmar MDBR$ 13 mil · 242 votosR$ 52,7
- Prof. Julio Cesar PSDBR$ 10 mil · 209 votosR$ 48,8
Votos por real
- 2016, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.