Tiririca
Valter Rafael Barbosa · nasceu em 1954
Tiririca se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 57 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Tiririca declarou R$ 43,8 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- TiriricaR$ 43,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Tiririca declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Rosana (SP) · PC do B · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.79685,5%
- PartidoR$ 2587,9%
- Outros candidatosR$ 2176,6%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.62549,7%
- TransporteR$ 1.17235,8%
- Material impressoR$ 47414,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Rosana (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 72,6 por voto. Quem venceu, Demi Da Gleba, gastou R$ 22,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 22,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Claudemir PSDR$ 7 mil · 34 votosR$ 205
- Dona Cacilda Da Gleba PRPR$ 26 mil · 129 votosR$ 203
- Baby Negócios MDBR$ 6,1 mil · 34 votosR$ 179
- Samuel Lucas PSDR$ 17 mil · 105 votosR$ 163
- Sabugo PSDBR$ 14 mil · 96 votosR$ 147
- Pastor Lindomar PVR$ 8,8 mil · 107 votosR$ 82,4
- Gustavo Bombeiro PRPR$ 13 mil · 183 votosR$ 72,6
- Pardal PTR$ 12 mil · 171 votosR$ 67,5
- Pedrão Da Gleba PVR$ 6,5 mil · 108 votosR$ 59,8
- Junior Da Saúde PSDBR$ 11 mil · 307 votosR$ 36,3
- Waltinho PDTR$ 9,6 mil · 274 votosR$ 35,1
- Demi Da Gleba CIDADANIAR$ 6,3 mil · 283 votosR$ 22,3
Votos por real
- 2012, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.