Silas Ruis
Silas Pereira Ruis · nasceu em 1963
Silas Ruis se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: PRP (2008), PP (2012–2020), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 61 anos, ensino médio, administrador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Silas Ruis declarou R$ 11 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total caiu R$ 60,2 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2024.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Silas Ruis declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Caapiranga (AM) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 28333,3%
- ServiçosR$ 28333,3%
- EscritórioR$ 28333,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Caapiranga (AM), 2020
Mediana da disputa: R$ 9,08 por voto. Quem venceu, Frank Matos, gastou R$ 3,77 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.061; o mais barato, R$ 3,77.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sinara Lima MDBR$ 8,5 mil · 8 votosR$ 1.061
- Raleissa Loureiro PPR$ 7,1 mil · 21 votosR$ 337
- Raylan Andrade PTBR$ 1,5 mil · 27 votosR$ 55,6
- França Queiroz PPR$ 5 mil · 144 votosR$ 34,4
- Chico Do Zeli PTBR$ 1,1 mil · 51 votosR$ 22,2
- Moises Parabolica PROSR$ 3,6 mil · 384 votosR$ 9,41
- Messias Dantas PROSR$ 3 mil · 335 votosR$ 9,08
- Lourão PSDR$ 1,4 mil · 185 votosR$ 7,65
- Rose Brito MDBR$ 1,2 mil · 184 votosR$ 6,29
- Beatriz Matos PTBR$ 1,1 mil · 203 votosR$ 5,44
- Wellington Oliveira PSCR$ 1,6 mil · 345 votosR$ 4,76
- Frank Matos PSCR$ 1,2 mil · 307 votosR$ 3,77
Votos por real
- 2020, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 193 votos por R$ 1.000, 9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.