Apuração
Deputado estadual · 2006 · PV

Tio Panga

Lucio Luiz Tio Panga Avelar da Silva · nasceu em 1954

Tio Panga disputou uma eleição, em 2006, para deputado estadual (Minas Gerais), pelo PV: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPV−0,17← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPV2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 52 anos, até o fundamental, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PV 43154· centro-esquerda
    suplente2.202 votos; 356º mais votado de 852 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Tio Panga teve 2.202 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 356º lugar entre 852 candidatos.

Recebeu votos em 82 cidades. Congonhas deu 81,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,7%.

2.202 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 2.202 votos.
  1. Congonhas (MG)1.794 votos81,5%
  2. Belo Horizonte (MG)69 votos3,1%
  3. Mariana (MG)41 votos1,9%
  4. Conselheiro Lafaiete (MG)31 votos1,4%
  5. Jequeri (MG)23 votos1%
  6. Outras 67 cidades116 votos5,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Tio Panga declarou ao TSE R$ 111 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · Minas Gerais · PV · suplente

De onde veio

R$ 110,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 15 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 110,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 35,2 mil31,8%
  2. Próprio bolsoR$ 9.7888,8%

Para onde foi

R$ 110,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 110,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal12 pessoas, não nomeadasR$ 21,9 mil19,8%
  2. TransporteTudo de Auto Posto TuristaR$ 10,7 mil9,6%
  3. EventosTudo de Nestorwilson L. Niquini A. Silva -MeR$ 9.5518,6%
  4. ServiçosR$ 4.8654,4%
  5. EscritórioR$ 2.2312%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2006

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Dinis Pinheiro, gastou R$ 9,64 por voto. O voto mais caro custou R$ 134; o mais barato, R$ 9,64.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 20 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.