Tio
Darcy Ferreira de Camargo · nasceu em 1937
Tio se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PTB (2004), PSB (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 79 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Tio declarou R$ 162,9 mil em bens, em reais de hoje: 5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 265,8 mil, já descontada a inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- TioR$ 162,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 7 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Banco do brasil S/AR$ 59,2 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- 01 Casa à rua rio de janeiroR$ 45,6 milCasa
- 01 Terreno à rua rio de janeiroR$ 21,9 milTerreno
- 01 Veículo marca/modelo chevrolet/chevete- ano 1979/80R$ 11 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco do brasil S/AR$ 10,7 milDinheiro em espécie
- 01 Terreno sob nr 56-QUADRA aR$ 9.122Terreno
- 01 Veículo marca/modelo chevrolet chevete-ano 1981R$ 5.478Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Tio declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Tatuí (SP) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Tatuí (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 43,2 por voto. Quem venceu, Valdeci Proença Cabeleireiro, gastou R$ 17,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 144; o mais barato, R$ 17,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Saporito PSDBR$ 112 mil · 777 votosR$ 144
- Rosana Do Supermercado PPR$ 149 mil · 1.218 votosR$ 122
- Rodolfo PSBR$ 97 mil · 1.190 votosR$ 81,4
- Dr. Fábio Menezes DEMR$ 67 mil · 840 votosR$ 79,7
- Oséias Rosa PSDR$ 27 mil · 428 votosR$ 62
- Alexandre Da Grantel PSDBR$ 61 mil · 1.379 votosR$ 44,1
- Ronaldo Do Sindicato CIDADANIAR$ 30 mil · 687 votosR$ 43,2
- Marcio Do Santa Rita PSDBR$ 32 mil · 756 votosR$ 42,4
- Marquinho Vereador PLR$ 61 mil · 1.617 votosR$ 37,5
- Fabio Villa Nova PSCR$ 30 mil · 1.071 votosR$ 27,8
- Bossolan Da Radio PSDBR$ 32 mil · 1.288 votosR$ 25,2
- Valdeci Proença Cabeleireiro PODER$ 32 mil · 1.787 votosR$ 17,8
Votos por real
- 2016, vereador: 297 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 605 votos por R$ 1.000, 5,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.