Tim
Timoteo Medeiros Costa · nasceu em 1961
Tim se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PT (2008–2012), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Tim declarou R$ 367,7 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 160,4 mil acima da inflação.
Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- TimR$ 367,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Area de terra legitima de 17R$ 159,7 milTerreno rural
- Em especieR$ 81,2 milDinheiro em espécie
- Capital regiastrado na empresa tim agropecuaria…R$ 40,6 milQuotas ou quinhões de capital
- Propriedade rural medindo 24R$ 23,3 milTerreno rural
- Parte do lote n 14 quadra 23 rua olegario macielR$ 20,5 milTerreno
- 01 Terreno zona rural 48R$ 17,1 milTerreno rural
- Parte do predio residencial rua 15 de novembroR$ 16,2 milPrédio residencial
- 01 Terreno zona rual medindo 12R$ 9.019Terreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Tim declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 19 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Mutum (MG) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.53455,1%
- PessoasR$ 3.23839,4%
- Outros candidatosR$ 4525,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.93235,7%
- Material impressoR$ 2.15226,2%
- ServiçosR$ 1.61919,7%
- PessoalR$ 1.42517,4%
- EscritórioR$ 740,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Mutum (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 26,8 por voto. Quem venceu, Paulinho Do Joao Camilo, gastou R$ 9,56 por voto. O voto mais caro custou R$ 319; o mais barato, R$ 9,56.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Manoel Verde PVR$ 14 mil · 45 votosR$ 319
- Elpidio AGIRR$ 20 mil · 68 votosR$ 301
- Joana Da Feirinha PSDR$ 9,6 mil · 73 votosR$ 131
- Sirdilei PSBR$ 11 mil · 262 votosR$ 42,1
- Marcão Do Perli CIDADANIAR$ 16 mil · 468 votosR$ 34,2
- Nilton Rumão PVR$ 19 mil · 641 votosR$ 30
- Tarciso Correa PTR$ 20 mil · 743 votosR$ 26,8
- Nélia Da Saude PTR$ 12 mil · 606 votosR$ 20,1
- Washington PVR$ 13 mil · 660 votosR$ 20
- Juarez Levindo PVR$ 11 mil · 646 votosR$ 17,4
- Malvina Da Saúde PTR$ 10 mil · 768 votosR$ 13,2
- Paulinho Do Joao Camilo PSBR$ 10 mil · 1.070 votosR$ 9,56
Votos por real
- 2016, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.