Apuração
Vereador · 2020 · PTB

Tikira

Alexandre Rosario de Souza · nasceu em 1983

Tikira se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,47← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PTB2016PATRIOTA2020PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PTB (2012), PATRIOTA (2016), PTB (2020).

VereadorPartidoPTBPATRIOTAPTB20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 36 anos, superior completo, eletricista e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PTB 14000· centro-direita
    suplente141 votos
  2. 2016
    PATRIOTA 51000· direita· na urna, Alexandre Tikira
    suplente
  3. 2012
    PTB 14000· centro-direita· na urna, Alexandre Tikira
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Tikira declarou ao TSE R$ 33 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 16 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Rio Verde de Mato Grosso (MS) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 8.491
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 8.491
O maior gasto foi com pessoal: 82% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.491.
  1. PessoalR$ 6.93481,7%
  2. Material impressoR$ 1.41516,7%
  3. EscritórioR$ 1421,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Rio Verde de Mato Grosso (MS), 2020

Mediana da disputa: R$ 126 por voto. Quem venceu, Laine Dimeira, gastou R$ 47,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.727; o mais barato, R$ 47,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Zenilda Z Cristal DEMR$ 11 mil · 3 votosR$ 3.727
  • Zilda Careno PSLR$ 16 mil · 7 votosR$ 2.224
  • Dayeny Mello PSLR$ 11 mil · 6 votosR$ 1.887
  • Professora Sebastiana PSLR$ 11 mil · 7 votosR$ 1.597
  • Fatima Araujo DEMR$ 11 mil · 78 votosR$ 145
  • Professora Adriana PSLR$ 11 mil · 80 votosR$ 142
  • Viviane Souza DEMR$ 14 mil · 114 votosR$ 126
  • Jean Da Loja Izaura Estilos DEMR$ 10 mil · 84 votosR$ 125
  • Dr Gerson PSDBR$ 23 mil · 248 votosR$ 94,2
  • Lidiane Farias Da Rádio PSDBR$ 25 mil · 269 votosR$ 92,9
  • Peixoto PTR$ 11 mil · 124 votosR$ 89,3
  • Laine Dimeira PTR$ 12 mil · 262 votosR$ 47,7

Votos por real

  • 2020, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 5,9 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.