Apuração
Vereador · 2016 · SOLIDARIEDADE

Tigrão

Flávio Augusto Ribeiro · nasceu em 1985

Tigrão se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoSOLIDARIEDADE+0,27← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2012PL2016SOLIDARIEDADE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 3 partidos: PDT (2004), PL (2012), SOLIDARIEDADE (2016).

VereadorPartidoPDTPLSOLIDARIEDADE2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 31 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Marmelópolis (MG)
    SOLIDARIEDADE 77985· centro-direita
    suplente74 votos
  2. 2012
    Vereador · Marmelópolis (MG)
    PL 22985· direita
    eleito121 votos
  3. 2004
    Vereador · Marmelópolis (MG)
    PDT 12685· centro-esquerda
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Tigrão declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Marmelópolis (MG) · SOLIDARIEDADE · suplente

De onde veio

R$ 609
19% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 609.
  1. PartidoR$ 24840,8%
  2. PessoasR$ 24340%
  3. Fundo partidárioR$ 11719,2%

Para onde foi

R$ 609
O maior gasto foi com serviços: 66% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 609.
  1. ServiçosR$ 40566,5%
  2. Material impressoR$ 20433,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Marmelópolis (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 15,5 por voto. Quem venceu, Geraldo Do Milton Pedro- Bassé, gastou R$ 6,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 134; o mais barato, R$ 6,93.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • João Da Barraca PTBR$ 1,2 mil · 9 votosR$ 134
  • Binho MDBR$ 1,2 mil · 13 votosR$ 92,8
  • Enyy Lemes PTBR$ 1,2 mil · 24 votosR$ 50,3
  • Zé Panelinha DEMR$ 819 · 30 votosR$ 27,3
  • Lelene DEMR$ 819 · 32 votosR$ 25,6
  • Santinha MDBR$ 1,2 mil · 50 votosR$ 24,1
  • Marquinho Do Zé Rita MDBR$ 1,2 mil · 78 votosR$ 15,5
  • Maurinho Enfermeiro PSDR$ 1,2 mil · 130 votosR$ 9,28
  • Amauri DEMR$ 836 · 92 votosR$ 9,08
  • Rodrigo PTBR$ 1,7 mil · 191 votosR$ 8,93
  • Pepi MDBR$ 1,2 mil · 160 votosR$ 7,54
  • Geraldo Do Milton Pedro- Bassé SOLIDARIEDADER$ 1,2 mil · 174 votosR$ 6,93

Votos por real

  • 2016, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 102 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.