Tidinho
Aristides Martins Magalhaes · nasceu em 1951
Tidinho se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2008), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 69 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Tidinho declarou R$ 304,5 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- TidinhoR$ 304,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Tidinho declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 22 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Corinto (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Corinto (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 17,8 por voto. Quem venceu, Odair De Contria, gastou R$ 8,69 por voto. O voto mais caro custou R$ 104; o mais barato, R$ 8,69.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adriana Bastos PSDBR$ 5,6 mil · 54 votosR$ 104
- Marcio Paiva Senar E Sindicato PSDR$ 8,6 mil · 134 votosR$ 63,8
- Maura Professora PSDR$ 5,3 mil · 130 votosR$ 40,4
- Ary Da Mercearia PRTBR$ 5,8 mil · 179 votosR$ 32,3
- Paulo Vieira Junior PROSR$ 6,2 mil · 220 votosR$ 28,3
- Thiago De Eduino MDBR$ 12 mil · 479 votosR$ 24,3
- Edson Pereira PSDR$ 4,4 mil · 249 votosR$ 17,8
- Fernandinho Cesar PROSR$ 5,6 mil · 331 votosR$ 16,8
- Livia Da Loja Quase Tudo PSDBR$ 4,2 mil · 262 votosR$ 15,8
- Paula Guedes Enfermeira PSLR$ 9,9 mil · 628 votosR$ 15,8
- Amarilton Beltrão PDTR$ 4,2 mil · 355 votosR$ 11,8
- Odair De Contria PSDBR$ 3,5 mil · 406 votosR$ 8,69
Votos por real
- 2008, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.