Tidé
Adelson Rodrigues Ramalho · nasceu em 1969
Tidé se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2024.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 54 anos, até o fundamental, pecuarista, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Tidé declarou R$ 122,6 mil em bens, em reais de hoje: 5,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2024, o total caiu R$ 31,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- TidéR$ 122,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Tidé declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 21 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Caiuá (SP) · PT · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 49269,9%
- Próprio bolsoR$ 21230,1%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Caiuá (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 4,83 por voto. Quem venceu, Terê Do Zé Crente, gastou R$ 1,78 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 1,78.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rosana PSDBR$ 410 · 2 votosR$ 205
- Mario Janio PTR$ 425 · 36 votosR$ 11,8
- Jayme DEMR$ 2,2 mil · 237 votosR$ 9,43
- Vieira Caiuá PSDBR$ 410 · 59 votosR$ 6,96
- Tião Preto PSDBR$ 410 · 73 votosR$ 5,62
- Betão Da Ambulância DEMR$ 495 · 95 votosR$ 5,21
- Jabá PSDBR$ 410 · 85 votosR$ 4,83
- Thiago Fante PSDBR$ 552 · 121 votosR$ 4,56
- Neide Do Transporte Escolar PTR$ 566 · 156 votosR$ 3,63
- Mayco Henrique PTBR$ 495 · 152 votosR$ 3,26
- Flavio PTBR$ 566 · 199 votosR$ 2,84
- Terê Do Zé Crente PTBR$ 607 · 341 votosR$ 1,78
Votos por real
- 2020, vereador: 101 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 136 votos por R$ 1.000, 5,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 13 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.