Tiãozinho Pipoqueiro
Sebastião Martins Correia Filho · nasceu em 1959
Tiãozinho Pipoqueiro se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PTB (2004–2008), PSD (2012), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Tiãozinho Pipoqueiro declarou R$ 366,3 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2020.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Tiãozinho PipoqueiroR$ 366,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Lote com casa de morada à Rua Severiano Luiz BrandãoR$ 229,8 milOutros bens imóveis
- Casa na Rua Severiano Luiz BrandãoR$ 100,6 milCasa
- VW Saveiro, ano 1999R$ 14,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta CBX-250 twisterR$ 10,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 02 Fuscas, ano 1986R$ 7.182Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caravam, ano 1983R$ 4.309Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Tiãozinho Pipoqueiro declarou ao TSE R$ 8,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,4 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Bom Repouso (MG) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Bom Repouso (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 16,6 por voto. Quem venceu, Joaozinho Da Capoeira, gastou R$ 3,01 por voto. O voto mais caro custou R$ 505; o mais barato, R$ 3,01.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ludmila Do Carlinho REPUBLICANOSR$ 7,1 mil · 14 votosR$ 505
- Eulalia PTR$ 1 mil · 3 votosR$ 335
- Maria Do Carmo PTR$ 1 mil · 26 votosR$ 38,7
- Dinho PTR$ 1,6 mil · 56 votosR$ 28,4
- Sofia Costa PATRIOTAR$ 920 · 49 votosR$ 18,8
- Bentinho Simplício PTR$ 1,3 mil · 77 votosR$ 17,1
- Ditinho Souza Do Banco PATRIOTAR$ 1,1 mil · 64 votosR$ 16,6
- Gilson Pereira PATRIOTAR$ 1,1 mil · 74 votosR$ 14,5
- Micheli Professora PTR$ 3,3 mil · 257 votosR$ 12,8
- Bili PTR$ 1 mil · 106 votosR$ 9,49
- Dito Bento PTR$ 1 mil · 168 votosR$ 5,99
- Joaozinho Da Capoeira PTR$ 1 mil · 334 votosR$ 3,01
Votos por real
- 2012, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 253 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.