Tiãozinho do Taxi
Sebastião Domingos Carvalho de Oliveira · nasceu em 1964
Tiãozinho do Taxi se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSC (2012–2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Tiãozinho do Taxi declarou R$ 552,8 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Tiãozinho do Taxi declarou ao TSE R$ 3,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Sapucaia (RJ) · PSD · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 54567%
- Próprio bolsoR$ 26933%
Para onde foi
- Material impressoR$ 62076,2%
- EscritórioR$ 19423,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Sapucaia (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 68,9 por voto. Quem venceu, Gleidinho, gastou R$ 32,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 472; o mais barato, R$ 32,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Silvana PTBR$ 9,9 mil · 21 votosR$ 472
- Zé Luiz Do Maninho PTBR$ 6,8 mil · 26 votosR$ 263
- Cezar Parreira PTBR$ 14 mil · 69 votosR$ 205
- José Carlos PTBR$ 14 mil · 74 votosR$ 191
- Maicon Paschoal PTBR$ 14 mil · 96 votosR$ 147
- Tantinha Moreira PTBR$ 8,5 mil · 64 votosR$ 133
- Gustavo Galluzzi PTBR$ 16 mil · 226 votosR$ 68,9
- Denise Bessa PTBR$ 13 mil · 243 votosR$ 52,4
- Gilmara Fisioterapeuta PLR$ 12 mil · 280 votosR$ 43,1
- Jaquinho PTBR$ 15 mil · 396 votosR$ 38,7
- Dudu Legal PTBR$ 17 mil · 472 votosR$ 35,4
- Gleidinho PTBR$ 16 mil · 481 votosR$ 32,3
Votos por real
- 2020, vereador: 168 votos por R$ 1.000, 6 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 118 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 203 votos por R$ 1.000, 5,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.