Tião Vargas
Sebastião da Silva Vargas · nasceu em 1979
Tião Vargas se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo PL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 29 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · Espírito SantoPL 22456· direitasuplente1.907 votos; 143º mais votado de 354 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Tião Vargas teve 1.907 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 143º lugar entre 354 candidatos.
Recebeu votos em 40 cidades. Conceição do Castelo deu 48,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Tião Vargas declarou R$ 48,5 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2008.
- Tião VargasR$ 48,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 161,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Tião Vargas declarou ao TSE R$ 94 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 46 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Conceição do Castelo (ES) · PL · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 10,1 mil51,8%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 8.24642,1%
- Outros candidatosTudo de Odael SpadetoR$ 1.2056,1%
Para onde foi
- TransporteTudo de M.A.S.Santiago & Cia Ltda-Auto Posto Recanto VerdeR$ 4.28421,9%
- ServiçosR$ 8034,1%
- EscritórioR$ 800,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Conceição do Castelo (ES), 2008
Tião Vargas: R$ 51,7 por voto (mediana da disputa, R$ 120). Quem venceu, Ricardo Ferreira, gastou R$ 34,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.225; o mais barato, R$ 34,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Tião Vargas. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Jair CIDADANIAR$ 21 mil · 17 votosR$ 1.225
- Lauro Lopes CIDADANIAR$ 25 mil · 80 votosR$ 311
- Kaká PVR$ 16 mil · 84 votosR$ 194
- Sargento Moreto PDTR$ 18 mil · 110 votosR$ 166
- Olimpio Zavarize PSBR$ 32 mil · 191 votosR$ 165
- Paulo Do Carlito PTR$ 27 mil · 172 votosR$ 157
- Pipico DEMR$ 19 mil · 161 votosR$ 120
- Antelminho Ventorin MDBR$ 21 mil · 386 votosR$ 54,1
- Tião Vargas PLR$ 20 mil · 379 votosR$ 51,7
- Lúcio Zanão CIDADANIAR$ 17 mil · 362 votosR$ 45,7
- Cleone PVR$ 17 mil · 467 votosR$ 35,7
- Ricardo Ferreira CIDADANIAR$ 19 mil · 540 votosR$ 34,5
Votos por real
- 2008, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 41 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.