Tião Berto
Sebastião Dias Viana · nasceu em 1952
Tião Berto se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PDT (2004–2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 68 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereador · Córrego Novo (MG)PDT 12642· centro-esquerda· na urna, Tiao Bertocandidatura não chegou à urna
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Tião Berto declarou R$ 3.591 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 77,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 17% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Tião BertoR$ 3.591
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Tião Berto declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Córrego Novo (MG) · PDT · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Córrego Novo (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 77,5 por voto. Quem venceu, Leo Oliveira, gastou R$ 28,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 646; o mais barato, R$ 28,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Arnoldo Lima PLR$ 8,4 mil · 13 votosR$ 646
- Alvim Andrade DEMR$ 7,3 mil · 22 votosR$ 331
- Divino De Paula DEMR$ 9,1 mil · 44 votosR$ 207
- Silvio Forneas PSDBR$ 9,3 mil · 55 votosR$ 168
- Edimazim Do Mantimento PSDR$ 9,1 mil · 62 votosR$ 147
- Marcia Da Mercearia PRPR$ 9,2 mil · 107 votosR$ 86,4
- Sergio Procopio PLR$ 8,5 mil · 110 votosR$ 77,5
- Iloene Do Ozeas PLR$ 8 mil · 106 votosR$ 75,6
- Batista Costa PSCR$ 8,1 mil · 131 votosR$ 62
- Helson Faustino PSLR$ 9,1 mil · 165 votosR$ 55,1
- Welligton Gonzaga PDTR$ 11 mil · 213 votosR$ 52,2
- Leo Oliveira PLR$ 9 mil · 314 votosR$ 28,7
Votos por real
- 2012, vereador: 8,2 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 143 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.