Tiao Barbudo
Sebastiao Gonzaga · nasceu em 1955
Tiao Barbudo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2012: 57 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Tiao Barbudo declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 31 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 31 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Tiao BarbudoR$ 1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Tiao Barbudo declarou ao TSE R$ 706 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 293.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Glicério (SP) · PT · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 18682,7%
- PartidoR$ 3917,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Glicério (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 24,8 por voto. Quem venceu, Ademir (Dinda), gastou R$ 10,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 276; o mais barato, R$ 10,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Lidiani PVR$ 4,7 mil · 17 votosR$ 276
- Roseli Reche Enfermagem PTR$ 2,7 mil · 23 votosR$ 117
- Fernando Parrudo AVANTER$ 3,2 mil · 51 votosR$ 63,2
- Nivaldo MDBR$ 3,3 mil · 101 votosR$ 33
- Jura Da Ambulancia MDBR$ 3,5 mil · 114 votosR$ 30,6
- Pastor Silas DEMR$ 2,8 mil · 114 votosR$ 24,8
- Geovani PDTR$ 3,6 mil · 150 votosR$ 24
- Jane Da Ponte AVANTER$ 2,9 mil · 128 votosR$ 22,6
- Bilão CIDADANIAR$ 3,7 mil · 192 votosR$ 19,1
- Leonardo DEMR$ 2,6 mil · 194 votosR$ 13,3
- Ademir (Dinda) AVANTER$ 2,8 mil · 281 votosR$ 10,1
Votos por real
- 2008, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 6,5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 92 votos por R$ 1.000, 6,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.