Thiarles Ferigolo
Thiarles Patta Ferigolo · nasceu em 1983
Thiarles Ferigolo disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Pinhal Grande (RS)), pelo PSDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 25 anos, superior incompleto, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Thiarles Ferigolo declarou R$ 649,8 mil em bens, em reais de hoje: 6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- Thiarles FerigoloR$ 649,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Thiarles Ferigolo declarou ao TSE R$ 1,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Pinhal Grande (RS) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 95389%
- PartidoR$ 11811%
Para onde foi
- Material impressoR$ 80375%
- EscritórioR$ 15014%
- OutrosR$ 11811%
Quanto custou cada voto: vereador, Pinhal Grande (RS), 2008
Mediana da disputa: R$ 23,3 por voto. Quem venceu, Célio Garlet, gastou R$ 9,91 por voto. O voto mais caro custou R$ 230; o mais barato, R$ 9,91.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Brigida C. Brondani PDTR$ 3,9 mil · 17 votosR$ 230
- Pio Scapin PPR$ 7,3 mil · 197 votosR$ 37,2
- Paulinho PDTR$ 3,9 mil · 111 votosR$ 35
- Pastor José Fraga MDBR$ 2,7 mil · 87 votosR$ 31,5
- Adair Dallanôra PPR$ 3,4 mil · 125 votosR$ 27,1
- Ademar Voss PSDBR$ 5,1 mil · 198 votosR$ 25,9
- Maria Izabel PDTR$ 4,2 mil · 179 votosR$ 23,3
- Chico Preto PDTR$ 3,6 mil · 190 votosR$ 19,2
- Mano Facco MDBR$ 4 mil · 241 votosR$ 16,7
- Laurindo Hoppe PPR$ 3 mil · 200 votosR$ 15,1
- Lourenço Scapin PPR$ 2,7 mil · 221 votosR$ 12,3
- Célio Garlet PDTR$ 2,8 mil · 286 votosR$ 9,91
Votos por real
- 2008, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.